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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Últimos apontamentos sobre a Feira do Livro

15.09.21

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De acordo com os dados da APEL cerca de 350 mil pessoas passaram pela Feira do Livro de Lisboa este ano, um número que se aproxima dos valores estimados dos anos pré-pandemia.

Acredito que o número real será menor, no sentido em que haverá muitas visitas repetidas, mas ainda assim é um número importante, num país que lê puco.

Cá por casa fizemos duas visitas à feita. No total foram cerca de 15 os livros novos adquiridos, sendo que eu fui o que menos compras fez. À minha parte foram apenas 3 livros. Em primeiro lugar ficou o mais pequeno.

As duas visitas foram realizadas num sábado e num domingo, com mais gente e maior aglomeração. Gosto de ver a Feira preenchida, mas ao mesmo tempo sei que se fosse em dias com menos gente teria comprado mais livros.

Gosto de ter tempo e espaço para percorrer as bancas, ver as pechinchas, descobrir livros novos, e com muita gente é mais difícil. Mas esse é um problema meu. Ainda bem que havia muita gente, os livros e as editoras agradecem.

É Feira do Livro é hoje muito mais do que os stands de vendas, e mesmo ainda em pandemia este ano já se notou ou pouco mais do cheirinho da festa que é feira, ou de pode ir comprar livros, estar com os autores, passear, comer, tudo num só local, num belo local já agora.

No domingo, último dia de Feira, esperámos 20 minutos para entrar. Passeámos, comprámos livros, comemos gelados, faturas e até um dos elementos caninos cá de casa foi também e pode andar a correr nos jardins do Parque. No final o pequeno perguntou “Pai, amanhã podemos voltar?”. “Agora só para o ano filho!”, respondi. Fez cara triste e depois rematou “Então não se esqueças, ok?”. É este o espírito da Feira do Livro.

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