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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

04
Abr18

Novidades literárias de abril

O “Observador” divulgou um resumo das principais novidades literárias para o mês de abril.

Link para o artigo disponível aqui.

O que me chamou mais a atenção foi o livro A Casa Golden” Salman Rushdie. Já estive a dar uma vista de olhos e pareceu-me bastante interessante.

 

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Sinopse

Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina.

A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações.

Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.

12
Mar18

Novidades – “O Horror da Guerra” de Niall Ferguson

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Novidades – “O Horror da Guerra” de Niall Ferguson

É uma lacuna na minha biblioteca: tenho muito pouca coisa sobre a primeira Guerra Mundial, ou melhor tenho alguma coisa, mas sem a profundidade que gostaria e sem que a origem seja um autor de incontestável valor.

Niall Ferguson, é sem dúvida um autor que confere credibilidade a qualquer coisa que escreva. É essa a minha experiência e é também uma opinião, diria quase universal.

Pelo que já tive oportunidade de folhear parece-me que é mais um livro que não desilude, e por isso é mais um que entra para a minha wishlist deste ano. Se é para comprar e ler algo de relevante sobre o tema (Primeira Guerra Mundial) é bom que seja de um autor relevante.

 

Sinopse

A Primeira Guerra Mundial matou cerca de 8 milhões de pessoas e esgotou os recursos da Europa. Nesta obra provocadora, Niall Ferguson pergunta: terá valido a pena tamanho sacrifício? Esta guerra foi realmente um cataclismo inevitável e eram os alemães uma ameaça real? Terá a guerra sido recebida, como costuma afirmar-se, com entusiasmo popular? Porque continuaram os soldados a combater quando as condições eram tão terríveis? Haveria de facto um desejo de matar, que conduziu os homens à autodestruição?

A guerra, afirma ele, foi um desastre - mas não pelas razões que pensamos. Pior do que uma tragédia, foi o maior erro da história moderna.

01
Mar18

Novidades - "Guerra Americana" de Omar El Akkad

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Aqui há uns tempos recebi uma newsletter da Penguin Random House onde constava este livro "Guerra Americana". Lembro-me de ter dado uma vista de olhos e de ter pensado que sim senhor, este seria um forte candidato a entrar na minha “want to read list”. Entretanto (e mais uma vez) como apenas estava disponível em inglês, refreei os ânimos e confesso que nunca mais me lembrei dele. Entretanto ontem dei conta que a tradução em português já está disponível em pré-venda, sendo que estará disponível a partir de amanhã nas livrarias.

Trata-se de um retrato futurista da América, realizada pela mão do autor Omar El Akkad. O contexto da obra é bastante interessante (ver abaixo), e, pelo que consegui perceber a crítica foi bastante positiva.

É mais um que vai entrar na minha (longa) wishlist e compras e depois para leitura.

 

Sinopse

O relato de uma América futura despedaçada pelas suas divisões políticas, tribais e humanas. Sarat Chestnut nasceu no Louisiana e tem apenas seis anos quando a Segunda Guerra Civil Americana eclode em 2074. Mas até ela sabe que o petróleo é proibido, que metade do Louisiana está submerso e que drones não tripulados sobrevoam os céus. Quando o seu pai é morto e a sua família é obrigada a viver num campo de refugiados, ela rapidamente começa a ser moldada por esse tempo e lugar até que, finalmente, pela influência de um misterioso funcionário, se transforma num instrumento mortífero da guerra. A sua história é contada pelo seu neto, Benjamin Chestnut, que nasceu durante a guerra - parte da Geração Milagrosa - e é agora um idoso a confrontar os segredos negros do passado, do papel da sua família no conflito e, em particular, a importância da sua tia, uma mulher que salvou a sua vida ao destruir a de outros.

26
Fev18

Novidades - "O Diário Secreto de Hendrik Groen aos 83 Anos e 1/4"

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“O Diário Secreto de Hendrik Groen aos 83 Anos e ¼ de Hendrik Groen”. Este é mais um daqueles livros que me entrou pelos “olhos a dentro” num destes dias na FNAC. Achei curioso o título, mas por falta de tempo não consegui ver grande coisa no momento.

Quando cheguei a casa fui tentar perceber um pouco melhor o tema, procurei no Wook e acabei a ler as quase 30 páginas que estão disponíveis.

O livro, como o próprio nome indica é um diário, de um senhor octogenário, que vive num lar de idosos, mas que não está propriamente à espera de morrer. O diário reflete o seu dia-á-dia e toca é um misto entre os acontecimentos que vão tendo lugar no lar e uma reflexão sobre aspetos da vida. O autor real do livro permanece no anonimato e não se sabe se é verdade ou ficção.

Aquilo que me deixou foi uma grande curiosidade. Não sei bem quando o vou conseguir encaixar, mas este será um livro a ler certamente.

 

Sinopse

Hendrik Groen pode estar velho, mas ainda muito longe de estar morto, e espera não ser enterrado tão cedo. Os seus passeios diários são cada vez mais curtos porque as pernas começam a dar de si, e as suas idas ao médico são agora mais frequentes do que ele gostaria. Hendrik está velho, mas quem disse que tem de viver confinado ao lar para idosos perto de Amesterdão esperando que a morte chegue? Quando o Ano Novo começa, decide escrever o seu diário...

Um romance inspirador que se tornou um fenómeno literário em todo o mundo. Ao chegar à última página, será difícil ao leitor, de qualquer idade, despedir-se de um personagem tão encantador e divertido.

 

Mais informação aqui, no Livro do Dia pela mão de Carlos Vaz Marques.

19
Jan18

Novidades com interesse

Das várias newsletters que vou recebendo identifiquei duas novidades, uma na área da ficção e outra na não ficção, que me pareceram bastante interessantes, a saber:

 

"O Homem do Giz" de C.J. Tudor

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 Sinopse:

Toda a gente tem segredos...
Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos. À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.
Um mistério em torno de um jogo de infância que enveredou por um caminho perigoso.
Um livro diferente dentro do género thriller, uma vez que combina o psicológico com um toque de Stephen King e umas pinceladas de Irvine Welsh.

 

"O Mito da Singularidade" de Jean-Gabriel Ganascia

 

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 Sinopse:

 

O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por «Singularidade tecnológica». Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação.
Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma «trans-humanidade», este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?

16
Jan18

Curiosidade e receio: " É isto que eu faço" de Lynsey Addario

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Um dia destes numa passagem pela FNAC estive a dar uma vista de olhos no livro, "É isto que eu faço", da autoria de uma fotojornalista, Lynsey Addario.

Li duas ou três páginas e algumas fotografias e fiquei na dúvida: por um lado muita curiosidade em ler e por outro algum receito ou temor, não sei bem.

Desde que fui pai desenvolvi alguma (muita) sensibilidade em relação a tudo o que tem crianças e, naturalmente, crianças em situações em que nunca queremos ver as nossas.

Logicamente quando falamos de cenários de guerra esta realidade ganha uma dimensão muito maior, e, por isso é-me difícil ver e ler sobre assuntos que envolvam crianças apanhadas nestes contextos.

O livro, sendo uma obra que retrata cenários de guerra, relata, naturalmente a componente da vida quotidiana de quem nela vive e sobrevive e quando há crianças pelo meio. Podem dizer que é hipersensibilidade, e se calhar até é, mas hoje faz-me muita confusão. Não me faz confusão a guerra no sentido literal do termo, aprendi sobre ela e tenho interesse pelas que aconteceram, mas a criança é ali um elemento estranho, que quando está presente afasta-me.

Por tudo isso, sinto um misto de vontade e receio em relação à sua compra. Ideia a madurecer. O excerto disponível no site da Presença não permite tirar grandes conclusões. Da próxima vez que passar numa livraria vou tentar dedicar um pouco mais de tempo ao livro.

15
Jan18

"Fire and Fury" em português chega em fevereiro

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Acredito que se há momento na história moderna que vai ser lembrado por muito tempo é a eleição, e consequentemente o seu desempenho, de Donald Trump como presidente dos EUA.

Ainda hoje é quase anedótico pensar em Trump como presidente e tudo à sua volta soa a falso, estranho, irreal e, diga-se, perigoso.

Já muito se escreveu sobre este tema, mas o novo livro de Michael Wolff, "Fire and Fury", parece que veio dar uma visão mais transversal sobre o tema que inclui contactos com pessoas próximas já da sua administração.

Já aqui falei no tema, no entanto, soube-se agora que a tradução em português via chegar já em fevereiro pela mão da Actual Editora, por isso será muito provavelmente uma das minhas leituras do primeiro semestre de 2018.

14
Jan18

Livros - Novidades para 2018

Vai começando a surgir alguma informações sobre as novidades literárias a ter em conta em 2018. Confesso que apenas tive oportunidade de dar uma curta vista de olhos mas deixo aqui três sugestões de leitura para mais informação.

 

"Esqueça 2017: estas são as novidades literárias do novo ano"

 

“Enxurrada de novidades na Porto Editora”

 

 “2018 in books: a literary calendar” 

 

"Seis livros (em inglês) que tem de ler em 2018"

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