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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

01
Ago20

Livros que chegam até ao Ministério – Vários

 

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Como referi aqui há umas semanas atrás, o Ministério dos Livros tem vindo a receber vários livros de diversos autores com o pedido para divulgação e/ou opinião. Tento fazer uma seleção porque da mesma forma que apenas apresento no espaço novidade que de alguma forma estão alinhados com as minhas preferências literárias, também me reservo ao direito de não divulgar livros que não estão nessa linha (e, acreditem, já recebi alguns pedidos “estranhos”).

Dito isto, aqui ficam quatro livros, de géneros muito distintos, que me chegaram mais recentemente e que considero merecerem divulgação.

“A Conquista de Tavira” de Pedro Silva Sena

« Em A Conquista de Tavira propomos um itinerário crítico pelo Algarve, pelo seu passado e pelo seu presente. O destino da viagem, sobre carris, é Tavira e o seu entorno, cuja descrição e fastos ocupam diversos capítulos deste livro de viagem e de divulgação científica - ilustrado com postais e fotografias - onde o leitor encontrará também a poesia e a ficção. Assim, antes de chegar à «Pérola do Gilão», rodará sobre o tempo por Silves, Loulé, Faro e Olhão, resumindo-lhe o autor o que se sabe acerca dos «primeiros abencerragens da Península Ibérica», evocando as primeiras vítimas do esclavagismo europeu, aludindo à guerrilha do Remexido, aflorando a estadia de Vladimir Nabokov na região ou comentando os primeiros séculos da história de Olhão. Mas é em Tavira que se demora: a evocar a sua história; a visitar Cacela Velha; a percorrer as suas aldeias piscatórias e uma das suas praias; a revisitar os lugares da memória da pesca do atum. Finalmente, entretece no comentário perambulante de Tavira um conto infanto-juvenil de temática ecológica e anti-racista e apresenta, ainda, a desconhecida «Aventura de Sancho Pança, o fiel escudeiro de Dom Quixote, o Cavaleiro da Triste Figura, no Reino do Algarve», vertida para Português a partir de uma tradução castelhana do original de Cide Hamete Benengueli. Nesta novela maravilhosamente redescoberta em Tavira, acompanhamos Sancho Pança, após a morte de Dom Alonso Quijano, no seu (árduo e abrolhado) exercício enquanto «governador de uma ínsula» na costa sotaventina.»

 

 “Olympus - A Herança de Valian” de Pedro Catarino

A Herança de Valian é o primeiro de cinco volumes que narra a saga da família Hipérion, amaldiçoada desde que Valian, o Colecionador de Mundos, encontrou o Ovo da Fénix, fundando a Olympus, que espalhou os seus tentáculos pelos nove reinos de Helius. No início da Era Dourada, o maior aventureiro de Atlantis encontrou a sua oportunidade de acumular riqueza, forjar um nome e oferecer a estrela mais brilhante do firmamento à sua amada. A inesperada visita do Viajante, o misterioso conselheiro da família, que parece conhecer todos os tempos e lugares, vem recordar os três herdeiros de Valian que as feridas do passado ainda estão abertas, mas que se devem preparar para combater um antigo e poderoso inimigo que todos julgavam destruído, que odeia não só os Hipérion, mas toda a humanidade. Com o propósito de preparar Lisander, filho de Oberon, o líder de Atlantis e chefe da família, para os eventos que se avizinham, o Viajante lança o rapaz em Érebos, o terceiro reino de Helius, um microcosmo peculiar habitado por pessoas confusas, governado por terríveis déspotas e atormentado por todo o tipo de monstros, para encontrar a mítica joia, essencial para garantir o futuro de todos. Lisander inicia uma verdadeira descida ao inferno, enfrentando os perigos de Érebos e desvendando antigos segredos da sua família, profundamente ligada ao lugar. Ao mesmo tempo, o príncipe de Atlantis realiza uma viagem interior, uma odisseia visceral que lhe vai permitir conhecer-se a si próprio e saber mais sobre a natureza da existência humana, que parece ter sido esquecida no reino decadente de Atlantis. No mundo sombrio, Lisander conhecerá o medo e experimentará o sabor da traição, mas descobrirá igualmente valores como a honra e a amizade. Jogando o jogo de Érebos, o herdeiro de Valian perceberá se tem as qualidades necessárias para assumir a liderança dos Hipérion.

 

“CONVERSAS (DES)FIADAS E ASSIM... - "O que vem na rede - às vezes - é peixe" de João Pedro Martins

"Em 2009, e após algum tempo de resistência, lá cedi à tentação de aderir à última moda de então – o Facebook. A importância que se dava às redes sociais em Portugal ainda era supérflua e fi-lo, sobretudo, para não permanecer desenquadrado e desactualizado das novas ferramentas tecnológicas. Inicialmente, não passou de mais um meio ao dispor para autopromoção daquilo que, aí sim, com regularidade, escrevia no blog e que servia de apoio para as emissões de rádio que apresentava diariamente. Mas também não foi necessário passar muito tempo para observar o seu crescimento exponencial e a facilidade com que, não apenas se passava a mensagem pretendida com um feed-back relativamente bom e rápido, como também serviu para reaproximar e rever pessoas que já há muito tinham desaparecido das nossas vidas e que, em alguns casos, ao nosso convívio tornaram. Essa constatação, o gosto permanente pela palavra expressa e a necessidade constante de desabafar aliada às audiências que iam crescendo a cada dia, levou-me rapidamente a utilizar a rede com textos construídos e compostos, minimamente cuidados, e a não embarcar no chorrilho de críticas a tudo e a todos que nela prolifera."

 

 “Amália: A raiz e a voz” – Jornal do Fundão

O Jornal do Fundão (JF) lançou o livro “Amália: A raiz e a voz”, no âmbito do programa das comemorações do centenário da fadista, promovido pelo município local, onde Amália Rodrigues possuía raízes familiares.

O livro lista e reproduz integralmente todas as notícias, reportagens e crónicas sobre Amália Rodrigues, incluindo duas entrevistas que a fadista deu nos anos 1990 ao JF e ainda um texto inédito em livro de David Mourão Ferreira, publicado em 1994 neste semanário regional.

Com capa desenhada por Siza Vieira e a contribuição de nomes como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Maria João Pires, Manuel Cargaleiro, Manuel Alegre, Sérgio Godinho, Rui Vieira Nery, Carlos do Carmo, Camané, Pedro Abrunhosa, Vitor Pavão dos Santos ou Gisela João, o JF lança um livro de homenagem a Amália Rodrigues, organizado pelo professor universitário, investigador, literário, ensaísta, cronista e poeta covilhanense, Arnaldo Saraiva.

O livro, com um preço de capa de 19 euros, pode ser adquirido no balcão do JF, ou encomendado para o mail assinaturas@jornaldofundao.pt e estará brevemente disponível no circuito livreiro.

 

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