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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Eu e os audiolivros

08.02.21

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Já escrevi sobre a importância que os audiolivros ganharam nas minhas “leituras”, em particular ao longo de 2020 e sobre como, certamente, ganharão muito provavelmente ainda mais importância em 2021.

Em resultado desta realidade tenho sido questionado por alguns leitores em relação à origem dos audiolivros que tenho ouvido, pelo que, aqui fica o esclarecimento.

Basicamente tenho 3 fontes para os audiolivro: comprados nas plataformas (Amazon, Audible), disponíveis gratuitamente em várias plataformas, na maior parte dos casos identificadas no site do PNL2027, e também tenho recorrido a alguns audiolivros disponíveis na plataforma Youtube.

Sobre os recursos identificados no site do PNL2027 deixo aqui o link para quem possa ter interesse. Há conteúdos pagos e conteúdos gratuitos e a escolha grande.

Em relação aos audiolivros disponíveis no Youtube devo referir que já ouvi alguns, como foi ao caso recente de “Hamlet”, que sendo um clássico não coberto por direitos de autor está disponível em inúmeras versões, em várias línguas. Também já ouvi livros mais recentes, em português do Brasil e em inglês. Em relação a estes, sendo certo que os livros estão ao abrigo de direitos de autor, aquilo que garanto sempre é que não ouço num audiolivro do qual não tenha o livro físico.

Neste último caso o que acontece muitas vezes é uma leitura mista, parte livro parte audiolivro, sendo este último reservado para quando faço exercício, ou passeio os meus cães. Nunca ouvi um audiolivro desta natureza do qual não tenha o livro físico.

Os audiolivro são uma excelente forma de aumentar o tempo de leitura porque permitem transformar momentos que não podem ter um livro físico (correr por exemplo) em momentos de leitura. Pode ser uma leitura diferente, mas não nos esqueçamos que a maioria dos leitores começou assim, a ouvir alguém a contar uma história.

Eu já fui um cético, mas acabei convertido, por isso o que posso dizer é: experimentem!