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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Novidade - "Um Cowboy no Negócio do Algodão" de Achdé e Jul

03.11.20

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Mais sobre o livro aqui

Tenho saudades de ler um livro de Lucky Luke!

Sinopse:

Contra a sua vontade, Lucky Luke vê-se proprietário de uma imensa plantação de algodão na Luisiana. Acolhido pelos grandes plantadores brancos como um dos seus, Lucky Luke vai ter de enfrentar vários obstáculos para redistribuir esta sua herança pelos quinteiros negros.

Conseguirá o lendário herói do Faroeste restabelecer a justiça nos movediços pantanais da Luisiana?
Nesta sua luta, ele vai acabar por ser apoiado, contra todas as expetativas, pelos Dalton, cujo objetivo inicial era eliminá-lo, pelos Cajuns, os habitantes brancos do pântano, marginalizados à custa da prosperidade do Sul, e por Bass Reeves, primeiro Marshall negro dos Estados Unidos.

Novidade - "De Mao a Xi - O ressurgimento da China" de Vasco Rato

03.11.20

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

O ressurgimento da China enquanto grande potência mundial e o papel que, previsivelmente, virá a desempenhar na cena mundial ao longo das próximas décadas, é o tema central deste livro. Nele, o investigador Vasco Rato analisa a República Popular da China desde as Guerras do Ópio, ao impacto global do maoísmo até às implicações da recém-inaugurada «era Xi Jinping».

Nesta obra, Vasco Rato reflete também sobre o papel do Partido Comunista Chinês, que concebe a sua razão de ser como o instrumento incumbido de cumprir o destino chinês; isto é, de restituir a grandeza nacional bruscamente interrompida pelo "século da humilhação nacional".

Trump veio, e, se tudo correr bem, vai - alguns livros para perceber o que se passou

03.11.20

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Há quatro anos atrás acordamos todos com estas e muitas outras capas de jornais que anunciavam o até há pouco tempo parecia impensável (até às eleições diria eu): Trump era o novo presidente dos EUA.
Ao longo destes quatro anos foram incontáveis as notícias sobre Trump e a sua presidência, sendo a esmagadora maioria, negativas, ridículas, hilariantes, mas também preocupantes e perturbadoras. Diria que se contam pelos dedos de uma mão as que tiveram verdadeiramente alguma coisa de positivo e/ou normal.

Em matéria livresca, embora existam várias fontes, a maioria apronta para um total acima de 50 livros escritos sobre Trump e a sua presidência (a maioria no último ano). A maior parte pretende explicar Trump ou mostrar as entranhas da sua presidência, as decisões, a gestão e escolha de staff, etc.

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Ao longo deste tempo, diretamente sobre Trump li dois livros: “Medo” de Bob Woodard, e “Fogo e Fúria” de Michael Wolff, e estou neste momento a ler um terceiro, “Rage” também de Bod Woodhard. Tenho ainda em fila de espera “Demasiado e Nunca Suficiente” de Mary L. Trump e “Trump – Debaixo de Fogo” também de Michael Wolff.

Foram livros que me permitiram perceber melhor a mecânica Trump, embora seja por vezes difícil compreender como chegámos até aqui. Parece que foram quatro anos de alguém a atravessar permanentemente a autoestrada (com muita sorte) sem ser atropelado. Os livros que li tem todos passagens que poderiam constar de livros de ficção de má qualidade, por falta de credibilidade da história.
Para quem possa ter interesse recomendo vivamente qualquer uma das leituras acima e deixo ainda mais duas, uma sobre como foi possível Trump e outra sobre o processo eleitoral americano.

Sobre como foi possível Trump chegar ao poder, um dos livros que li que me ajudou a perceber melhor esse tema foi “Como Morrem as Democracias” de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt.
Sobre como funciona o complexo sistema eleitoral americano recomendo o livro “Rendez-Vous com a América - Uma Explicação do Sistema Eleitoral Americano” de Patrick Siegler-Lathrop, livro que apenas consultei, mas que me pareceu muito bem conseguido.

Deixo os meus votos para que, caso alguém desse lado decida ler alguma das recomendações acima, o faça já a olhar para o passado. Espero que Trump passe a ser apenas um daqueles períodos da história que ninguém percebe muito bem, mas que já ficaram para trás. Biden não inspira, mas basta que não seja Trump.