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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Novidade - "A Irmandade do Anel - O Senhor dos Anéis - Parte 1" de J. R. R. Tolkien

02.11.20

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

A primeira parte da aventura épica de O SENHOR DOS ANÉIS. Numa aldeia adormecida do Shire, um jovem hobbit é incumbido de uma gigantesca tarefa. Terá de fazer uma viagem recheada de perigos ao longo da Terra Média, até às Fendas da Condenação, para aí destruir o Anel de Poder Soberano, o único gesto capaz de impedir que o domínio maligno do Senhor das Trevas prevaleça.
Assim começa a narrativa clássica de J.R.R Tolkien, que continua em As Duas Torres e em O Regresso do Rei.

Críticas de imprensa
 
«O mundo anglófono divide-se em duas categorias: aqueles que já leram O Hobbit e O Senhor dos Anéis e aqueles que vão lê-los.»
Sunday Times

«Obra-prima? Oh, sim, não tenho a mais pequena dúvida.»
Evening Standard

Novidade - "As 100 Melhores Crónicas" de Miguel Esteves Cardoso

02.11.20

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Miguel Esteves Cardoso publicou mais de 13 mil crónicas. Estas são algumas daquelas que mais vezes foram fotocopiadas e coladas em cadernos ou roupeiros, as que motivaram mais telefonemas, discussões, namoros e até casamentos, as que vezes sem conta foram enviadas por e-mail e partilhadas nas redes sociais, por nos terem feito rir ou chorar - por, ao lê-las, termos sentido, como só MEC nos faz sentir, que «é mesmo isto».

Há quatro décadas que MEC escreve sobre ele e sobre todos nós, sobre o que Portugal é ou poderia ser, pondo no papel tanto o que nunca nos passaria pela cabeça, como aquilo que sentimos mas seríamos incapazes de expressar tão bem quanto ele, o nosso melhor cronista e aquele que foi o primeiro influenciador do país, antes mesmo de se falar em influenciadores.

Nestas páginas, estão os nossos sentimentos, da angústia ao amor, do espanto à saudade; está um universo próprio, cheio de ideias, entusiasmos, certezas, inquietações, ambiguidades e até contradições (no fundo, um universo como o de cada um de nós), mas estão também, e sobretudo, o talento, a inteligência e o humor de um dos maiores escritores que a língua portuguesa já conheceu.

Críticas
 
«MEC é um erudito que exerce o seu pensamento com o mais brilhante humor. Como um génio que sabe rir.»
Valter Hugo Mãe

O Exibicionismo dos Livros

02.11.20

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Os últimos meses transformaram a realidade de trabalho de muitas pessoas, a minha incluída, em particular no que diz respeito ao teletrabalho e, por conseguinte, à necessidade de realizar reuniões digitais por via dos vários aplicativos disponíveis, onde o meu local de trabalho é também a minha biblioteca / escritório.

aqui escrevi sobre o campeonato das estantes que muitas pessoas consideram existir e por isso fazem comparações entre as estantes que aparecem atrás dos participantes nas reuniões. (as estantes, não os livros), embora esses comentários tenham vindo diminuir com o tempo. Os livros, em si, esses, praticamente nunca foram objeto de comentário.

Mais recentemente criou-se a ideia de utilizar fundos que distorcem, ou eliminam, a realidade atrás de nós para não distrair as pessoas com o que está lá atrás. Tenho recusado essa abordagem e mantenho o meu fundo de biblioteca (os livros, não as estantes), exatamente da mesma forma como fiz desde o meio de março quando viemos todos para casa.

Recentemente, e por acaso por parte de uma pessoa que inicialmente apenas viu estantes, fui subtilmente acusado de exibicionismo porque mantenho o meu fundo real. Respondi que dificilmente serei exibicionista já que as minhas estantes são da IKEA... disseram-me que seria por causa dos livros e não das estantes, e eu respondi que nem tinha dado conta que alguém tinha reparado que havia livros...

Faz-me confusão esta relação que muitas pessoas têm com os livros, tão depressa são algo completamente desconsiderado, como depois são um elemento de exibicionismo. Pelo menos nos outros.

Tenho muito orgulho nos meus livros, mas nunca andei a dizer que tenho X ou Y número, o meu local de trabalho em casa é a minha secretária que está no mesmo local desde muito antes da pandemia, nunca foi mudado, e antes nisso ninguém sabia se tinha muitos ou poucos livros, por isso não vou mudar isso agora porque, para algumas pessoas, passou a ser um elemento de alegado exibicionismo. São livros, e os livros só são um elemento de exibicionismo aos olhos de pessoas ignorantes.