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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

31
Out20

Novidade - "O Diário de um Banana 15" de Jeff Kinney

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

1ª edição exclusiva de colecionador com dedicatória do autor. Oferta válida até ao limite do stock existente e para encomendas registadas e pagas até 21/10/2020.

Os Heffleys fazem-se à estrada rumo às melhores férias de verão de SEMPRE, mas acabam por mergulhar numa aventura de loucos.

E se achas que ficar preso num parque de autocaravanas muito duvidoso é o pior que lhes pode acontecer, estás bem enganado!

Prepara-te para uma onda de CAOS! O Greg é agora a última boia de salvação para que as férias não sejam um completo desastre. Das duas, uma: ou ele se põe a salvo, ou é desta que vai BATER NO FUNDO!

31
Out20

Novidade - "Da Árvore para o Supermercado!" de Libby Deutsch; Ilustração: Valpuri Kerttula

 

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Como é que o leite que bebes de manhã foi parar ao pacote?

E como terá sido feito o copo de vidro com o qual bebes o teu sumo preferido?

Neste livro, vais encontrar as respostas a estas perguntas e muitas outras curiosidades sobre objetos do dia a dia que usas. Dos telemóveis à comida, ao lixo e à eletricidade, cada percurso é explicado passo a passo desde a sua origem até chegarem a ti.

No fim, partilha com a tua família e os teus amigos as coisas surpreendentes que descobriste!

Ilustrações muito divertidas e apelativas.

Um livro transversal que irá agradar a pais e filhos, com textos concisos e muito fáceis de seguir que explicam todo o percurso de produção, passo a passo

31
Out20

Notícias sobre Prémios Literários

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Foram esta semana noticiados os vencedores de três Prémios Literários, dois a nível interno e outro no estrangeiro.

Prémio Camões: atribuído a Vítor Aguiar e Silva, teórico da literatura, e uma das mais prestigiadas figuras dos estudos literários portugueses. É autor da obra "Teoria da Literatura" (1967) e um opositor do acordo ortográfico.

Prémio Literário Fernando Namora: foi atribuído a Francisco José Viegas pelo livro "A Luz de Pequim". Trata-se de um prémio que distingue anualmente o autor da melhor obra de ficção, romance ou novela, editada no ano anterior.

Prémio Literário de Dublin: atribuído à escritora Anna Burns com o romance "Milkman" que já lhe valera o Booker em 2018.

30
Out20

Novidade - "O que Resta da Nossa Vida" de Zeruya Shalev

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Sinopse:

Para Hemda Horowitz, chegou o momento de acertar contas consigo própria.
Quais as escolhas acertadas que fez ao longo da vida?
E como será o tempo que lhe resta, agora que se encontra confinada a uma cama de hospital?

As horas e os dias sucedem-se e Hemda é assaltada impiedosamente por lembranças: o kibutz da infância, a figura severa do pai, o lago que era o seu único consolo, um casamento sem amor e a incapacidade de amar os filhos, Avner e Dina, de igual modo.

Avner, o filho adorado, cresceu e tornou -se num homem angustiado com a vida que leva, desiludido com o trabalho e preso a um casamento falhado; Dina pôs de lado a carreira para criar a filha, Nitzan, tentando dar-lhe tudo aquilo que ela própria nunca recebeu da sua mãe, mas acabando por ser tomada por um desejo incontrolável de adotar uma criança, contra tudo e todos.

E é durante as muitas visitas que os filhos fazem à sua mãe no hospital que os fragmentos do passado se ligam ao presente, fazendo ressurgir medos e arrependimentos, sonhos e frustrações, num balanço de vidas pontuadas por uma incessante procura da felicidade.

Obra que mereceu os elogios rasgados da crítica internacional, tendo permanecido 29 semanas consecutivas na lista dos livros mais vendidos em Israel.

Tradução direta do hebraico por Lúcia Mucznik.

Críticas de imprensa
 
«Uma poderosa exploração da família, sexo e maternidade.»
The New York Times Book Review
30
Out20

Novidade - "Idiotas Úteis e Inúteis" de Ricardo Araújo Pereira

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Uma compra e uma leitura obrigatória!

Sinopse:

Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo.
Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo.

«Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada.»

30
Out20

Dava um bom retiro livresco 68

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Este é um retiro citadino. Não sei onde fica, mas imaginei-o algures em Paris com uma vista desimpedida para a Torre Eiffel.

Fosse qual fosse a época seria sempre um belo retiro, mas nos dias de correm, com a pandemia lá fora a não dar tréguas, acho que ganha uma nova dimensão. Uma abstração do mundo lá fora enquanto de podem ler outros mundos dentro de casa.

Bom fim de semana. Protejam-se e procurem conforto num livro.

29
Out20

Novidade - "Hit Makers - A Ciência da Popularidade na era da Distração" de Derek Thompson

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Sinopse:

Uma definição simplista de popular é a qualidade de ser-se estimado pela maioria das pessoas. Se acha que um filme, música ou app muito populares apareceram do nada e se tornaram um sucesso num mundo saturado de informação, é porque não está atento.

São poucas as coisas de que a maioria das pessoas gosta. Destruindo os mitos sentimentais sobre os hits que dominam a cultura pop e os negócios, Thompson demonstra que ter qualidade não é suficiente para ter sucesso. Hit Makers é uma viagem pelo último século da cultura pop e a mais valiosa moeda do século XXI - a atenção dos outros.

29
Out20

Novidade - "O Infinito num Junco" de Irene Vallejo Moreu

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

A Invenção do livro na antiguidade e o nascer da sede dos livros.
Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.

É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000.

Este livro é também uma história íntima entrelaçada com evocações literárias, experiências pessoais e histórias antigas que nunca perdem a relevância: Heródoto e os factos alternativos, Aristófanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito Lívio e o fenómeno dos fãs, Sulpícia e a voz literária de mulheres.

Mas acima de tudo, é uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro possível e o ajudaram a transformar-se e evoluir - contadores de histórias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, sábios, espiões, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.

É com fluência, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as peripécias deste objeto inverosímil que mantém vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao fazê-lo, conta também a nossa história de leitores ávidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.

Um dos melhores livros do ano segundo os jornais El Mundo, La Vanguardia e The New York Times (Espanha).

Críticas
«Uma obra-prima.»
Mario Vargas Llosa

«Uma homenagem ao livro, de uma leitora apaixonada.»
Alberto Manguel

«É uma felicidade ler a prosa de Irene Vallejo, ela é uma criadora brilhante e sensível.»
Luis Landero

«Uma exploração admirável sobre as origens da maior ferramenta da liberdade alguma vez dado ao ser humano: o livro.»
Rafael Argullol

«Um livro muito original: sobre a história dos livros, o alfabeto, as bibliotecas… narrado com erudição e envolvência, sentido de humor e elegância, faz paralelos com o presente.»
Laura Freixas

«Amigos leitores: corram a ler O Infinito num Junco.»
Maruja Torres

 

Críticas de imprensa
 
«Os livros que nos desbravam, que nos domesticam, que nos impõem o seu ritmo de leitura, que nos dão cabo dos nervos, não se encontram facilmente entre as novidades nas livrarias e contudo são tão necessários. A mais recente destas descobertas que fiz intitula-se O infinito num Junco e é de Irene Vallejo.»
Juan José Millás, El País

«Vallejo decidiu, sabiamente, libertar-se do estilo académico e optou pela voz do contista, a História entendida não como lista de documentos citados mas como fábula. Para o leitor comum e ávido (de que Virginia Woolf falava) este ensaio encantador torna-se mais comovente e mais cativante por se assumir como uma homenagem ao livro, por parte de uma leitora apaixonada.»
Alberto Manguel, Babelia, El País

«Irene Vallejo criou um livro genial, universal e único.»
Jordi Carrión, The New York Times (ES)

«É possível ser-se um filólogo de exceção e escrever como os anjos. Irene Vallejo enlaça-nos nas suas palavras e transforma o diálogo com o leitor num verdadeiro festival literário.»
Luis Alberto de Cuenca, ABC
29
Out20

Últimas entradas na biblioteca do Ministério - outubro

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O mês de outubro não foi tão profícuo como setembro, mas ainda assim traduziu-se num lote muito interessante de entradas na biblioteca do Ministério.

Comecemos pelas ofertas: “1 Minuto e 36 Segundos” de Pilar Burillo Simões, enviado pela autora e leitura (muito interessante) em curso neste momento, e “O Mágico de Auschwitz” de José Rodrigues dos Santos, uma oferta da Gradiva.

Do lado das compras temos: “A Biblioteca à Noite” de Alberto Manguel, um livro extraordinário, recomendado para amantes de livros e bibliotecas, já concluído no âmbito do Clube de Leitura do PNL2027 (leitura de outubro).

“Salvar o Planeta começa ao Pequeno Almoço” de Jonathan Safran Foer, um livro muito recomendado, de um grande escritor, aqui num registo diferente;

“Isto tem Piada?” de Jerry Seinfeld, um livro pelo qual tenho muita curiosidade, ou não tivesse eu crescido a ver “Seinfeld”.

Sobre o mundo de Trump comprei dois livros: “Rage” de Bob Woodward, que já estou a ler, e “Demasiado e Nunca Suficiente” de Mary L. Trump, a sobrinha de Donald Trump.

Outra compra da saída da minha wishlist foi “Quichotte” de Salman Rushdie, livro que também pretendo ler ainda até final do ano.

Por fim uma compra que não estava planeada, mas que aconteceu no próprio dia da publicação, “A Ascensão e Queda Dos Dinossauros” de Steve Brusatte. Trata-se do livro que venceu o Goodreads Choice Awards na área de Ciência e Tecnologia em 2018, e cujo tema já era interessante para mim, mas desde que cá em casa os dinossauros se tornaram presença e assunto permanente esta compra ganhou uma nova dimensão.

Em novembro haverá mais, e o que não falta são boas novidades a sair!

28
Out20

Novidade - "A Ciência de Interstellar" de Kip Thorne

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Sinopse:

Este livro é uma abordagem à ciência que serviu de base ao filme Interstellar, de Christopher Nolan. Interstellar, um dos principais filmes de Christopher Nolan, leva-nos numa viagem não apenas às mais distantes partes do Universo, mas além deste, até à quinta dimensão (ou ao bulk, como os físicos lhe chamam). Mas, apesar de tanto o enredo como os efeitos visuais do filme parecerem de outro mundo, ambos se baseiam em ciência real, o que foi conseguido graças a Kip Thorne, vencedor do Prémio Nobel da Física que participou na criação do filme.

De buracos negros, wormholes, tempo e espaço distorcidos à gravidade quântica, anomalias gravitacionais, a quinta dimensão ou o tesserato de Christopher Nolan, Kip Thorne explica-nos, de forma detalhada mas acessível, a ciência por trás do filme e o modo como esta se desdobra para criar o enredo e os efeitos visuais. Neste livro, o leitor pode descobrir que há factos científicos tão ou mais estranhos do que a ficção científica.

28
Out20

Novidade - "A Prima do Campo e a Coisa Pública" de Alexandre Andrade

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

A prima do campo, cujo nome nos é tão familiar como o da prima da cidade, chega a Lisboa trazendo consigo a sinceridade e o bom senso.

As suas aventuras na capital vão ser uma iniciação a um outro modo de vida.

Mas, como em geral sucede com as obras de Alexandre Andrade, não faltam as leituras a outro nível da história desta desprevenida jovem mulher.

28
Out20

Leitura - "O Crepúsculo da Democracia" de Anne Applebaum

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Na sinopse de “O Crepúsculo da Democracia” pode ser-se o seguinte: “O Crepúsculo da Democracia é uma análise brilhante de uma transformação política e social que está a deformar as nossas sociedades e permite entrever e mapear o caminho para recuperarmos os nossos valores democráticos.”

Nem sempre as sinopses são totalmente fiéis ao que depois encontramos no interior dos livros, mas neste caso eu diria que a pecar por alguma coisa é por falta e não por excesso.

Trata-se efetivamente de um excelente livro, um misto de testemunho pessoal com análise política de primeira água, para os dar a conhecer algumas das realidades europeias onde a democracia foi colocada em causa por via da manipulação do debate público, a disseminação de teorias da conspiração, a instrumentalização das redes socias, por exemplo em países como a Hungria, a Polónia e mesmo o Reino Unido.

A autora, Anne Applebaum, uma historiadora vencedora de um Pulitzer, revela de forma clara e transparente informação que não é propriamente confidencial, mas que, confesso, desconhecia em grande medida, pelo menos ao nível em que é relatado, sobre como são cometidos atropelos à democracia em plena UE e o seu impacto em países que todos consideramos democráticos.

Este é um livro obrigatório para ficarmos a conhecer esse fenómeno (assustador, diria eu) que se traduz num crescente autoritarismo produzido à custa da democracia e dos seus valores, que damos como adquiridos, mas que, no entanto, vão ficando cada vez mais ameaçados. Um livro muito importante para percebermos o mundo em que vivemos.

O meu obrigado à Bertrand pela oferta.

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27
Out20

Novidade - "António Variações" - Fotografia: Teresa Couto Pinto

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Sinopse:

Este é um livro de culto que revela fotografias inéditas de António Variações, captadas ainda quando o cantor começava a afirmar-se no panorama musical e cultural português.

Graças à relação de grande proximidade e amizade entre Variações e a sua fotógrafa (e também agente) Teresa Couto Pinto, que assina esta obra, trata-se de uma colecção de imagens bastante intimista que viaja pelo mundo muito próprio de Variações - a sua estética peculiar, os seus amigos, a sua barbearia e a sua casa - e consegue captar o espírito absolutamente inovador e revolucionário de um dos grandes ícones da música portuguesa de todos os tempos.

O texto de Manuela Gonzaga, biógrafa do cantor, reforça o valor ímpar destas fotografias.

27
Out20

Novidade - "Uma Noite Não São Dias" de Mário Zambujal

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Sinopse:

Em linha com os livros Cafuné e Crónica dos Bons Malandros, ambos assentes na ironia e em histórias cheias de pormenores imensamente cómicos, Uma Noite Não São Dias é um romance pleno de humor e criatividade a que se junta a prosa escorreita tão característica do autor.
Tudo se passa na Avenida Vertical, nome de uma torre habitacional de 98 andares, símbolo citadino dos novos tempos, onde ocorrem dois misteriosos assaltos: o roubo de um helicóptero no heliporto que encima o edifício e o roubo da coroa da rainha Matilde, que casou com o infante D. Afonso e chegou a rainha de Portugal. É nesta atmosfera de mistério que desfilam as personagens principais: Antony, um historiador, a mulher deste, Grace, e o amigo escultor, James.
«O que vai ler é uma história verídica, a ocorrer, garantidamente, no ano de 2044. É possível que os inevitáveis cépticos e maldizentes tentem beliscar o rigor da narrativa, negando verosimilhança às novidades urbanas, técnicas e de costumes. Não importa, 2044 vem já aí. Depois conversamos.»

27
Out20

“Todas as Palavras”

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O programa não me é totalmente desconhecido, mas há muito meses que não passava por ele.

Falo sobre “Todas as Palavras” da RTP, programa semanal dedicado aos livros (e aos autores) apresentado por Ana Daniela Soares e Inês Fonseca Santos.

Cada programa é composto por vários segmentos que incluem entrevistas a autores e apresentação de livros.

São programas curtos, mas muito interessantes que valem bem a pena ser vistos. Sobre livros, é o que interessa.

Deixo aqui o link para o RTP Play onde estão disponíveis todos os programas.

26
Out20

Novidade - "A Ascensão e Queda dos Dinossauros" de Steve Brusatte

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Mais sobre o livro aqui

O livro vencedor do Goodreads Choice Awards de 2019 na área de Ciência e Tecnologia.

Sinopse:

Há sessenta e seis milhões de anos, os dinossauros, as mais temíveis feras que alguma vez habitaram a Terra, extinguiram-se quase de um momento para o outro. No entanto, ainda hoje exercem um enorme fascínio sobre nós, apesar de a sua existência permanecer um dos maiores mistérios do nosso planeta.

Steve Brusatte, paleontólogo especializado em biologia evolutiva e uma das mais brilhantes figuras da paleontologia da atualidade, é responsável pela identificação de 15 novas espécies de dinossauros. As suas investigações científicas e no terreno que resultaram na descoberta de factos surpreendentes sobre estas fascinantes criaturas e deram origem a uma história completa, surpreendente e inovadora dos dinossauros. Recorrendo à ciência e a tecnologia de ponta para dar vida a este mundo perdido, Steve Brusatte lança uma nova luz sobre as suas origens enigmáticas, o seu desenvolvimento espetacular, a espantosa diversidade de espécies, a extinção cataclísmica que sofreram, mas também sobre o seu inquietante legado com que ainda convivemos atualmente.

Contendo mais de setenta fotografias e ilustrações originais, A Ascensão e Queda dos Dinossauros — Uma Nova História de um Mundo Perdido leva-nos numa viagem que começa no início do período Triásico e se prolonga por 200 milhões de anos até ao apogeu dos dinossauros nos períodos Jurássico e Cretácico, quando os T. rex, os Triceratops, os Brontossaurus e outros dominavam a Terra. E, claro, sem esquecer também as teorias científicas relativas ao que provocou a extinção brutal e repentina que varreu os dinossauros do planeta.

Escrita num estilo conciso e cativante, longe dos formalismos académicos, esta é uma obra acessível a todas as idades. Repleta de factos científicos, contém ainda histórias entusiasmantes e divertidas vividas pelo autor no seu trabalho de campo um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal.
Com prefácio de Octávio Mateus

Críticas
 
«Brusatte prova que é um dos mais brilhantes paleontólogos da nova geração através dos seus artigos científicos, mas também que sabe comunicar ciência para o grande público através de livros como este.»
Octávio Mateus

«Steve Brusatte tem feito algumas das mais empolgantes investigações sobre dinossauros na atualidade. Quer esteja a narrar descobertas de fósseis notáveis ou a explicar as mudanças ocorridas em milhões de anos de evolução, Brusatte mostra o quanto a nossa compreensão sobre os dinossauros se alterou durante a última década.»
Carl Zimmer, autor de Evolution: Making Sense of Life

 

Críticas de imprensa
 
«Narra a história épica da ascensão dos dinossauros até ao domínio e à extinção, levando-nos numa emocionante viagem no tempo.»
National Geographic
26
Out20

Novidade - "O Professor de Desejo" de Philip Roth

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Personagem tão inesquecível quanto Alexander Portnoy (de O Complexo de Portnoy) e Mickey Sabbath (de Teatro de Sabbath), David Kepesh conduz as peripécias deste romance hilariante sobre um professor dividido entre os instintos, o afeto e o intelecto.

Nos seus tempos de estudante universitário, David Kepesh define-se como «um devasso entre os académicos, um académico entre os devassos». Mal imagina quanto este lema irá ser profético - ou pernicioso.

Porque enquanto Philip Roth segue Kepesh desde a infância em família até ao campo imenso das possibilidades eróticas, de um ménage à trois em Londres às garras da solidão em Nova Iorque, vai criando um romance sumamente inteligente, comovedor e muitas vezes hilariante sobre o dilema do prazer: onde o procuramos; por que razão fugimos dele; e como nos empenhamos em conseguir uma trégua entre a dignidade e o desejo.

26
Out20

Que país poderíamos ser se lêssemos alguma coisa?

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Antes de mais, sinto necessidade de referir que a reflexão aqui apresentada carece de sustentação factual, pelo menos sustentação científica de facto. É um mero exercício de extrapolação da realidade e, no fundo, um desejo profundo e utópico.

A motivação para estas palavras adveio de um período não superior a uma hora e meia, do fim de semana que passou, período esse que compreendeu a deslocação da minha casa até ao supermercado, a realização de compras para a semana, e o regresso a casa. Durante este período, contei, por alto, 10 momento da mais elevada falta de civismo, falta de noção das regras básicas de convivência social, e no fundo de pura estupidez.

Não vou aqui enumerar todas as situações, mas estou a certo que quem me lê desse lado já teve oportunidade de observar algumas das que enumero de seguida: alguém que para um carro a ocupar metade da passadeira no parque de estacionamento do supermercado e, quando alguém o chama a atenção, ainda responde “Então, não cabe no resto da passadeira?”; alguém que implica porque o dispositivo de pagamento onde tem de passar o cartão não está bem desinfetado, enquanto mantém o nariz fora da máscara; alguém que mesmo na era pré-Covid estaria muito perto na fila do supermercado (aquelas pessoas cheias de pressa que ficam encostadas a respirar no nosso pescoço) e quando a outra pessoa alerta para esse facto acha por bem insurgir-se e dizer “Não tenho Covid”; e podia continuar por ai a diante...

O que é que tudo isto tem a ver com os livros? Bem, tem a ver primeiro com as pessoas dos livros e depois com os livros. Já aqui escrevi várias vezes que penso existir de facto uma diferença entre as pessoas dos livros e as outras. Por regra, são seres humanos, coisas que as outras muitas vezes não são. Era capaz de apostar que nenhuma das pessoas que esteve associada às 10 situações que referi acima seria uma pessoa dos livros.

Os livros não são nenhum medicamento milagroso que transforma pedras em pessoas, mas dá-lhes qualquer coisa que preenche um espaço que normalmente está ocupado por ignorância, e muitas vezes por estupidez. Quem lê tem claramente muito mais probabilidades de ser tolerante, de entender que vive em sociedade e não isoladamente num mundo onde só o “Eu” interessa.

Por tudo isto, dei por mim a pensar que país poderíamos ser se este povo lesse, se 70, 80% da população alfabetizada lesse alguma coisa, que ajudasse a transformar alfabetização em literacia, em conhecimento, em informação, ou simplesmente em horizontes mais alargados. A sério, pergunto-me se não seríamos um país melhor, de melhor gente. A falta de livros não é alheia a tudo o que vamos vendo por aí, seja no trânsito, no supermercado ou nas redes sociais.

Não havendo respostas concretas para já, fica a pergunta: que país poderíamos ser se lêssemos alguma coisa, e o desejo de um dia ainda poder ver alguma luz ao fundo do túnel.

25
Out20

Novidade - "O Bom Soldado" de Ford Madox Ford

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Através do olhar inicialmente ingénuo do narrador, O Bom Soldado conta-nos a vida de dois casais em vésperas da I Guerra Mundial. Um deles é inglês, outro norte-americano, ambos parecem perfeitos.

Mas os leitores depressa se apercebem de que, por detrás de uma fachada de respeitabilidade social, se ocultam dramas amorosos e financeiros, próprios da alta sociedade internacional da época.

Publicado em 1915, O Bom Soldado é o mais famoso romance do escritor e editor Ford Madox Ford, ocupando um destacado lugar nas letras anglo-saxónicas do século XX.

A obra distingue-se pelo uso inovador da narrativa na primeira pessoa num contexto realista, pelo recurso não-cronológico aos flashbacks e pela implacável crítica social.

25
Out20

Novidade - "A Menina dos Anos" de Haruki Murakami; Ilustração: Kat Menschik

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Naquele dia, o do seu vigésimo aniversário, a jovem atendia às mesas como de costume. Trabalhava sempre às sextas-feiras, mas, se tudo corresse como planeado, nessa noite teria folga.

Numa chuvosa Tóquio, o banal vigésimo aniversário de uma empregada de mesa conhece uma estranha reviravolta quando lhe pedem que entregue o jantar ao proprietário do restaurante, homem recluso e pouco sociável.

Depois das edições ilustradas de Sono e Os Assaltos à Padaria, chega agora A Menina dos Anos, com ilustrações de Kat Menschik.

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