Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Novidade - "O Diário de um Banana 15" de Jeff Kinney

31.10.20

frrft6.jpg

Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

1ª edição exclusiva de colecionador com dedicatória do autor. Oferta válida até ao limite do stock existente e para encomendas registadas e pagas até 21/10/2020.

Os Heffleys fazem-se à estrada rumo às melhores férias de verão de SEMPRE, mas acabam por mergulhar numa aventura de loucos.

E se achas que ficar preso num parque de autocaravanas muito duvidoso é o pior que lhes pode acontecer, estás bem enganado!

Prepara-te para uma onda de CAOS! O Greg é agora a última boia de salvação para que as férias não sejam um completo desastre. Das duas, uma: ou ele se põe a salvo, ou é desta que vai BATER NO FUNDO!

Novidade - "Da Árvore para o Supermercado!" de Libby Deutsch; Ilustração: Valpuri Kerttula

31.10.20

 

wwewrr4.jpg

Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Como é que o leite que bebes de manhã foi parar ao pacote?

E como terá sido feito o copo de vidro com o qual bebes o teu sumo preferido?

Neste livro, vais encontrar as respostas a estas perguntas e muitas outras curiosidades sobre objetos do dia a dia que usas. Dos telemóveis à comida, ao lixo e à eletricidade, cada percurso é explicado passo a passo desde a sua origem até chegarem a ti.

No fim, partilha com a tua família e os teus amigos as coisas surpreendentes que descobriste!

Ilustrações muito divertidas e apelativas.

Um livro transversal que irá agradar a pais e filhos, com textos concisos e muito fáceis de seguir que explicam todo o percurso de produção, passo a passo

Notícias sobre Prémios Literários

31.10.20

ADADA.png

 

Foram esta semana noticiados os vencedores de três Prémios Literários, dois a nível interno e outro no estrangeiro.

Prémio Camões: atribuído a Vítor Aguiar e Silva, teórico da literatura, e uma das mais prestigiadas figuras dos estudos literários portugueses. É autor da obra "Teoria da Literatura" (1967) e um opositor do acordo ortográfico.

Prémio Literário Fernando Namora: foi atribuído a Francisco José Viegas pelo livro "A Luz de Pequim". Trata-se de um prémio que distingue anualmente o autor da melhor obra de ficção, romance ou novela, editada no ano anterior.

Prémio Literário de Dublin: atribuído à escritora Anna Burns com o romance "Milkman" que já lhe valera o Booker em 2018.

Novidade - "O que Resta da Nossa Vida" de Zeruya Shalev

30.10.20

SDASSASDSAD.jpg

Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Para Hemda Horowitz, chegou o momento de acertar contas consigo própria.
Quais as escolhas acertadas que fez ao longo da vida?
E como será o tempo que lhe resta, agora que se encontra confinada a uma cama de hospital?

As horas e os dias sucedem-se e Hemda é assaltada impiedosamente por lembranças: o kibutz da infância, a figura severa do pai, o lago que era o seu único consolo, um casamento sem amor e a incapacidade de amar os filhos, Avner e Dina, de igual modo.

Avner, o filho adorado, cresceu e tornou -se num homem angustiado com a vida que leva, desiludido com o trabalho e preso a um casamento falhado; Dina pôs de lado a carreira para criar a filha, Nitzan, tentando dar-lhe tudo aquilo que ela própria nunca recebeu da sua mãe, mas acabando por ser tomada por um desejo incontrolável de adotar uma criança, contra tudo e todos.

E é durante as muitas visitas que os filhos fazem à sua mãe no hospital que os fragmentos do passado se ligam ao presente, fazendo ressurgir medos e arrependimentos, sonhos e frustrações, num balanço de vidas pontuadas por uma incessante procura da felicidade.

Obra que mereceu os elogios rasgados da crítica internacional, tendo permanecido 29 semanas consecutivas na lista dos livros mais vendidos em Israel.

Tradução direta do hebraico por Lúcia Mucznik.

Críticas de imprensa
 
«Uma poderosa exploração da família, sexo e maternidade.»
The New York Times Book Review

Novidade - "Idiotas Úteis e Inúteis" de Ricardo Araújo Pereira

30.10.20

rfg445.jpg

Mais sobre o livro aqui

Uma compra e uma leitura obrigatória!

Sinopse:

Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo.
Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo.

«Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada.»

Dava um bom retiro livresco 68

30.10.20

cfd78c86660cc94cf70459a7c1ec1332.jpg

Este é um retiro citadino. Não sei onde fica, mas imaginei-o algures em Paris com uma vista desimpedida para a Torre Eiffel.

Fosse qual fosse a época seria sempre um belo retiro, mas nos dias de correm, com a pandemia lá fora a não dar tréguas, acho que ganha uma nova dimensão. Uma abstração do mundo lá fora enquanto de podem ler outros mundos dentro de casa.

Bom fim de semana. Protejam-se e procurem conforto num livro.

Novidade - "Hit Makers - A Ciência da Popularidade na era da Distração" de Derek Thompson

29.10.20

rf5467.jpg

Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Uma definição simplista de popular é a qualidade de ser-se estimado pela maioria das pessoas. Se acha que um filme, música ou app muito populares apareceram do nada e se tornaram um sucesso num mundo saturado de informação, é porque não está atento.

São poucas as coisas de que a maioria das pessoas gosta. Destruindo os mitos sentimentais sobre os hits que dominam a cultura pop e os negócios, Thompson demonstra que ter qualidade não é suficiente para ter sucesso. Hit Makers é uma viagem pelo último século da cultura pop e a mais valiosa moeda do século XXI - a atenção dos outros.

Novidade - "O Infinito num Junco" de Irene Vallejo Moreu

29.10.20

assaa34.jpg

Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

A Invenção do livro na antiguidade e o nascer da sede dos livros.
Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.

É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000.

Este livro é também uma história íntima entrelaçada com evocações literárias, experiências pessoais e histórias antigas que nunca perdem a relevância: Heródoto e os factos alternativos, Aristófanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito Lívio e o fenómeno dos fãs, Sulpícia e a voz literária de mulheres.

Mas acima de tudo, é uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro possível e o ajudaram a transformar-se e evoluir - contadores de histórias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, sábios, espiões, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.

É com fluência, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as peripécias deste objeto inverosímil que mantém vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao fazê-lo, conta também a nossa história de leitores ávidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.

Um dos melhores livros do ano segundo os jornais El Mundo, La Vanguardia e The New York Times (Espanha).

Críticas
«Uma obra-prima.»
Mario Vargas Llosa

«Uma homenagem ao livro, de uma leitora apaixonada.»
Alberto Manguel

«É uma felicidade ler a prosa de Irene Vallejo, ela é uma criadora brilhante e sensível.»
Luis Landero

«Uma exploração admirável sobre as origens da maior ferramenta da liberdade alguma vez dado ao ser humano: o livro.»
Rafael Argullol

«Um livro muito original: sobre a história dos livros, o alfabeto, as bibliotecas… narrado com erudição e envolvência, sentido de humor e elegância, faz paralelos com o presente.»
Laura Freixas

«Amigos leitores: corram a ler O Infinito num Junco.»
Maruja Torres

 

Críticas de imprensa
 
«Os livros que nos desbravam, que nos domesticam, que nos impõem o seu ritmo de leitura, que nos dão cabo dos nervos, não se encontram facilmente entre as novidades nas livrarias e contudo são tão necessários. A mais recente destas descobertas que fiz intitula-se O infinito num Junco e é de Irene Vallejo.»
Juan José Millás, El País

«Vallejo decidiu, sabiamente, libertar-se do estilo académico e optou pela voz do contista, a História entendida não como lista de documentos citados mas como fábula. Para o leitor comum e ávido (de que Virginia Woolf falava) este ensaio encantador torna-se mais comovente e mais cativante por se assumir como uma homenagem ao livro, por parte de uma leitora apaixonada.»
Alberto Manguel, Babelia, El País

«Irene Vallejo criou um livro genial, universal e único.»
Jordi Carrión, The New York Times (ES)

«É possível ser-se um filólogo de exceção e escrever como os anjos. Irene Vallejo enlaça-nos nas suas palavras e transforma o diálogo com o leitor num verdadeiro festival literário.»
Luis Alberto de Cuenca, ABC

Últimas entradas na biblioteca do Ministério - outubro

29.10.20

20201028_162419_resized.jpg

O mês de outubro não foi tão profícuo como setembro, mas ainda assim traduziu-se num lote muito interessante de entradas na biblioteca do Ministério.

Comecemos pelas ofertas: “1 Minuto e 36 Segundos” de Pilar Burillo Simões, enviado pela autora e leitura (muito interessante) em curso neste momento, e “O Mágico de Auschwitz” de José Rodrigues dos Santos, uma oferta da Gradiva.

Do lado das compras temos: “A Biblioteca à Noite” de Alberto Manguel, um livro extraordinário, recomendado para amantes de livros e bibliotecas, já concluído no âmbito do Clube de Leitura do PNL2027 (leitura de outubro).

“Salvar o Planeta começa ao Pequeno Almoço” de Jonathan Safran Foer, um livro muito recomendado, de um grande escritor, aqui num registo diferente;

“Isto tem Piada?” de Jerry Seinfeld, um livro pelo qual tenho muita curiosidade, ou não tivesse eu crescido a ver “Seinfeld”.

Sobre o mundo de Trump comprei dois livros: “Rage” de Bob Woodward, que já estou a ler, e “Demasiado e Nunca Suficiente” de Mary L. Trump, a sobrinha de Donald Trump.

Outra compra da saída da minha wishlist foi “Quichotte” de Salman Rushdie, livro que também pretendo ler ainda até final do ano.

Por fim uma compra que não estava planeada, mas que aconteceu no próprio dia da publicação, “A Ascensão e Queda Dos Dinossauros” de Steve Brusatte. Trata-se do livro que venceu o Goodreads Choice Awards na área de Ciência e Tecnologia em 2018, e cujo tema já era interessante para mim, mas desde que cá em casa os dinossauros se tornaram presença e assunto permanente esta compra ganhou uma nova dimensão.

Em novembro haverá mais, e o que não falta são boas novidades a sair!

Novidade - "A Ciência de Interstellar" de Kip Thorne

28.10.20

dsfsf4567.jpg

Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Este livro é uma abordagem à ciência que serviu de base ao filme Interstellar, de Christopher Nolan. Interstellar, um dos principais filmes de Christopher Nolan, leva-nos numa viagem não apenas às mais distantes partes do Universo, mas além deste, até à quinta dimensão (ou ao bulk, como os físicos lhe chamam). Mas, apesar de tanto o enredo como os efeitos visuais do filme parecerem de outro mundo, ambos se baseiam em ciência real, o que foi conseguido graças a Kip Thorne, vencedor do Prémio Nobel da Física que participou na criação do filme.

De buracos negros, wormholes, tempo e espaço distorcidos à gravidade quântica, anomalias gravitacionais, a quinta dimensão ou o tesserato de Christopher Nolan, Kip Thorne explica-nos, de forma detalhada mas acessível, a ciência por trás do filme e o modo como esta se desdobra para criar o enredo e os efeitos visuais. Neste livro, o leitor pode descobrir que há factos científicos tão ou mais estranhos do que a ficção científica.

Pág. 1/8