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Mais sobre o livro aqui
“O Corpo – um guia para ocupantes” de Bill Bryson foi o meu último livro do ano. Foi um daqueles livros que soube, assim que saiu, que tinha de ler. Por sorte a edição em português chegou quase em simultâneo e o processo de leitura saiu facilitado.
A razão para tamanho interesse residiu em dois fatores muito simples: o meu enorme desconhecimento sobre o corpo humano e o facto de saber, conhecendo o autor, que seria uma oportunidade ímpar para aprender de forma clara e bom humorada sobre o tema.
A correspondência às expetativas foi total, a todos os níveis, desde logo, foi um dos livros que me permitiu aprender mais sobre um tema (ou muitos temas para ser honesto) de há muito tempo a esta parte.
Com uma linguagem muito simples, com recurso a exemplos, muito dos quais caricatos e insólitos, o autor consegue explicar em detalhe essa máquina maravilhosa que é o nosso corpo.
Um dos aspetos mais curiosos do livro é o número de vezes que as expressões “não sabemos” e “ninguém faz ideia” aparecem. É impressionante tudo o que hoje ainda é um mistério no nosso corpo, mas dada a sua complexidade extrema, se calhar até é normal. De qualquer forma eu não fazia ideia que existiam ainda tantas pontas soltas que vão desde processos complexos aos simples soluços.
Na contracapa do livro está uma frase que refere o seguinte: “A vida toda habitamos um único corpo, mas quantos de nós entendemos o que se passa cá dentro?” Podemos achar que é um livro para leigos, curiosos, hipocondríacos, mas na minha opinião o que esta frase quer dizer, no final de contas, é que é um livro para todos. Todos devemos conhecer melhor o que se passa cá dentro, o que se sabe e o que não se sabe sobre o corpo, e este livro é uma oportunidade única para o conseguir.
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