Novidade - "Operação Ibéria" de Mark Simmons
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Sinopse:
As missões secretas dos aliados para manter Portugal e Espanha longe da influência nazi.
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As missões secretas dos aliados para manter Portugal e Espanha longe da influência nazi.

Conclui a audição do livro (é muito esquisito escrever isto) “Animal Farm” de George Orwell.
Neste caso em concreto tenho de dividir a minha opinião sobre o livro em duas partes: a primeira diz respeito à experiencia de ouvir um audiolivro, uma novidade absoluta para mim, a segundo parte para o livro em si.
Sobre a experiência de ouvir um audiolivro posso apenas dizer que gostei mais do que estava à espera. Mesmo tendo ouvido em inglês foi bastante interessante, com a vantagem que pude ouvir nas mais variadas ocasiões: enquanto corria, antes de ir dormir e até no trabalho. Será uma experiência a repetir nomeadamente pelas razões e nos moldes que já tive oportunidade de referir aqui anteriormente (aproveitar momentos em que é mais fácil ouvir do que ler, ter oportunidade de ficar a conhecer mais livros que de outra forma ficariam por ler/ouvir e serão livro que em algum momento quis ler e acabei por não o fazer. Será uma experiência para repetir.
No que diz respeito ao livro em si: a história no geral eu já conhecia, nomeadamente as suas origens. Orwell terá escrito o livro em 1944 e visava satirizar o ditador Estaline, representado metaforicamente no livro pelo porco Napoleão. O livro tem o seu início com a revolta dos animais de uma quinta, que, depois de expulsos os humanos passam a dominar a mesma, transitando à media que o tempo passa, de uma democracia entre iguais para um ditadura dominada pelos porcos.
Hoje o livro pode ser visto de uma forma mais abrangente como um hino contra qualquer tipo de totalitarismo. Passados 75 anos o livro continua a poder ser lido como se fosse escrito hoje.
Trata-se de um livro simples e brutalmente bem conseguido. Só tenho penda de apenas o ter lido agora.
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Sinopse:
Alguém quer escrever um romance e precisa de uma história. Floriano Antunes, velho jornalista, tem uma boa história que precisa de ser reescrita.
Há cinquenta anos, numa pacata vila do Norte Interior, foi cometido um estranho homicídio. A pena então aplicada ao réu, pela sua brandura, deixou a pairar a dúvida quanto às verdadeiras razões que a terão determinado. Cinquenta anos volvidos, o mesmo juiz, Guilherme Augusto Marreiro Lessa, agora viúvo e reformado, vai responder acusado de outro crime. Nos dias que antecedem o julgamento, Guilherme Augusto recebe em sua casa Floriano Antunes, que se deslocara propositadamente para o entrevistar. O jornalista que, enquanto muito jovem, acompanhara e escrevera toda a história do homicídio, vendo o seu artigo cortado pela censura, encontrava a oportunidade para a retomar, diante do mesmo juiz, agora nas vestes de acusado.
O jornalista acredita saber tudo sobre os antigos factos e intervenientes: a causa da morte, o suspeitado envolvimento amoroso do juiz, a teia de personagens, como Maria Cacilda, viúva da vítima e senhora de poderes divinatórios; Joaquim Quitério, o tolo da aldeia; o subinspetor Gervásio Ventura, da Polícia Judiciária, e o agente Jacinto Correia; Hildebrando Moreira de Castro, notário na reforma e decano no reviralho; a menina Julinha, fiel representante do diálogo de sombras entre as públicas virtudes e os vícios privados; e Narcisa, a misteriosa e fiel governanta da família Marreiro Lessa.
Porém, o encontro dos dois homens e a conversa que mantêm ao longo de dias revelarão contornos bem diversos, trama e personagens bem mais complexas, que os levarão ao mais profundo da condição humana, ao confronto de sempre entre o bem e o mal, a liberdade e a ética, a consciência e Deus. O inesperado, entretanto, não vai ficar por aí, e o dia do julgamento reserva a derradeira das surpresas.