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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Os livros de Verão de Obama

26.08.19

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Como vem sendo hábito desde que deixou a Casa Branca, Barack Obama divulgou as suas preferências/sugestões literárias para as férias de Verão.

Anualmente há duas pessoas que eu tenho sempre em conta no que diz respeito a recomendações de livros, uma é Bill Gates e a outra é Obama. Há, regra geral, sempre livros de muito interesse e que em muitos casos eu nem conhecia.

Assim, no que diz respeito à lista de Verão de Obama, destaco:

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"The Nickel Boys", de Colson Whitehead - livro sobre o qual  já aqui escrevi anteriormente. Novo livro do autor que ganhou em 2017 e 2017 vários prémios importantes, entre os quais o Pulitzer de Ficção e o National Book Award com o livro "Estrada Subterânea".

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"The Shallows", de Nicholas Carr – é um livro já com 10 anos, mas que é considerado por muitos com o livro de referência sobre as consequências da internet no ser humano. Está traduzido também em português: "Os Superficiais".

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"Exhalation", de Ted Chiang – autor do livro que esteve na base do filme The Arrival sobre o qual já escrevi aqui. Ficção cientifica para pensar.

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"Maid", de Stephanie Land – um livro sobre a experiência de uma emprega de limpeza nos EUA, um relato na primeira pessoa sobre as dificuldades e luta de uma mãe para conseguir uma vida digna para si e para a sua filha.

É preciso ainda referir que Obama sugere a leitura da obra de Toni Morrison escritora falecida recentemente e muito apreciada pelo antigo presidente americano.

Novidade - "O Banquete" de Platão

26.08.19

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Nova tradução, feita a partir do grego pela helenista Maria Mafalda Viana.

Este clássico de Platão, composto por volta do ano 384 a.C., constitui-se como a primeira obra literário-filosófica de um conjunto onde se pensa e discute em torno da mesa - neste caso, um banquete citadino, entre amigos, organizado inicialmente para celebrar uma vitória de Ágaton, o anfitrião, nas festas Leneias.

Sócrates, Xenofonte, Aristodemo, Erixímaco e outros conversam sobre assuntos corriqueiros, como as sandálias elegantes de Sócrates, mas também sobre poemas de Homero, a pólis e, sobretudo, o amor.

Um amor enquanto forma de elevação da alma humana, nunca aqui desligado da homossexualidade, que singulariza este diálogo platónico em relação a todos os outros.

Esta nova tradução devolve-lhe toda a sua força simbólica.