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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Leitura - “Bad Blood” de John Carreyrou

29.06.19

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Estou sensivelmente a 1/3 do livro neste momento e está entendido o porquê da relevância que lhe tem sido dada. Muito bom livro.

Muito bem escrito, detalhado e contextualizado, e o mais interessante é que se uma pessoa não souber que se trata de uma história verifica poderia facilmente pensar que se trata de um excelente argumento para um filme onde falta apenas desenvolver um pouco os diálogos. Não é à toa que o livro vai servir de base para o filme que aí vem.

Última nota: ler em inglês está a ser mais fácil do que eu pensava que seria.

Novidade - "Memórias Políticas III (1982-2017)" de Diogo Freitas do Amaral

29.06.19

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica «Cristo Vive», 2019): «Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor.»

Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.