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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

31
Jul18

Miguel Esteves Cardoso... mais um vez certeiro...

"Amar livros baratos" por Miguel Esteves Cardoso no "Público

 

Li este fim de semana esta crónica de Miguel Esteves Cardoso. É sobre livros, claro está e sobre um local onde não vou há já bastante tempo o alfarrabista Campos Trindade.

Mais uma vez não pude deixar de sentir um arrepio quando li uma frase que, para mim, reflete exatamente aquilo que se sente quando se encontra um tesouro num alfarrabista:

“É preciso paciência e olho, claro. Sem caça não há prazer, sem tédio não há surpresa. Acontecem quando menos se espera. É um shot de adrenalina que vicia para a vida inteira.”

Duas notas: uma para quem gosta de ler. Leiam as crónicas do MEC. Outra para mim, voltar um dia destes ao alfarrabista Campos Trindade.

 

31
Jul18

Novidade - "Mikhail e Margarita" de Julie Lekstrom Himes

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Sinopse:

«Mandelstam e Bulgakov deixaram o restaurante juntos. As ruas estavam molhadas e vazias; o céu estava baixo. Bulgakov sentiu o formigueiro do álcool na ponta dos dedos. Dois homens de uniforme seguiam-nos. Os pontos dourados da costura da insígnia da polícia cintilavam sob a luz de um candeeiro de rua próximo.»

Em 1933, a invejável carreira de Mikhail Bulgakov está prestes a sofrer um revés: o seu amigo e mentor, o poeta Osip Mandelstam, é preso, torturado e enviado para o exílio, e o próprio Bulgakov é vigiado de perto pela polícia secreta. Ao mesmo tempo, apaixona-se por Margarita, ex-amante de Mandelstam, musa inspiradora do que viria a ser a sua conturbada obra-prima, O Mestre e Margarita.

Recriando de forma vívida a atmosfera sombria da Rússia estalinista dos anos 30 e o seu fervilhante meio intelectual, onde se movem figuras como Pasternak, Maiakovski, Akhmatova ou o próprio Estaline, Mikhail e Margarita é um aclamado romance de estreia que traz à vida personagens ficcionais e à ficção personagens reais.

30
Jul18

Novidade - "Ary As Palavras das Cantigas" José Carlos Ary dos Santos

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Sinopse:

José Carlos Ary dos Santos (1937-1984) foi um grande poeta e um enorme declamador.
José Carlos Ary dos Santos fez centenas de letras para canções para artistas diversos, como Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, Fernando Tordo, José Afonso, Paulo de Carvalho ou Simone de Oliveira. Este livro, concebido pelo poeta, reúne perto de 80 letras para canções, numa edição amplamente anotada.

29
Jul18

Novidade - "Como Sobreviver a um Filho da P*ta" de Robert I. Sutton

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Sinopse:

Conviver com idiotas, seja no local de trabalho ou em outras situações, pode prejudicar o desempenho e afetar o bem-estar.

Estudos demonstram que ter um idiota numa equipa reduz o desempenho até 40 por cento. Assim, se se sente ansioso, sobrecarregado, subestimado ou intimidado porque trabalha com alguém que é um filho da p*ta, aprenda como evitar, enganar e desarmar as armadilhas que lhe colocam.

Robert I. Sutton começa por fazer o diagnóstico: com que tipo de idiota é que está a lidar? A partir daí, fornece estratégias testadas para lidar com pessoas rudes, mal-educadas, irritantes, desagradáveis ou meramente incompetentes.

Útil e divertido, este livro vai ajudá-lo a analisar as situações e a desenvolver um plano pessoal que irá preservar a sua sanidade mental, evitando que os dias bonitos sejam arruinados por algum idiota.

28
Jul18

Novidade - "A Misteriosa Chama da Rainha Loana" de Umberto Eco

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Sinopse:

Yambo, um abastado alfarrabista de Milão na casa dos sessenta, perdeu parte da memória após um acidente vascular cerebral - lembra-se do enredo de cada livro que leu, de cada linha de poesia, mas não se lembra do próprio nome, não reconhece as filhas nem a mulher e a infância e a família estão envoltas em névoa.

Numa tentativa de recuperação de si próprio, Yambo decide voltar à casa de campo da sua infância, onde descobre livros, álbuns de banda desenhada, revistas e discos de outros tempos, guardados pelo avô já falecido. Começa aí uma viagem em busca do tempo perdido, povoada de imagens e personagens ora fictícias, ora reais, mas todas importantes para a redescoberta de si próprio.

É assim que as suas memórias vão sendo recuperadas, e a sua própria vida vai surgindo diante dos seus olhos como uma banda desenhada.

> Misteriosa Chama da Rainha Loana é um romance fascinante, nostálgico, divertido e profundamente emocionante, do incomparável Umberto Eco.

27
Jul18

Compra - "Cartas a um Jovem Escritor" de Colum McCann

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Andava há algum tempo para comprar este livro. Pelo que já conheço e pelo que tiver oportunidade de ler pode ser um livro importante para mim. Espero que seja.

Não gosto de anotar os livros, no caso desde a compra foi feita na esperança de o poder anotar e de poder vir a beneficiar das notas tiradas.

 

Sinopse:

McCann aborda tudo o que um escritor precisa de saber, dos tópicos mais pragmáticos, como os cursos de escrita e o contacto com as editoras, às questões filosóficas e artísticas que atormentam e desafiam quem faz da escrita o seu modo de vida.

27
Jul18

Novidade - "O Samurai" de Shusaku Endo

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Sinopse:

Baseado em factos históricos, o Samurai conta-nos a jornada de alguns dos primeiros japoneses a pisar solo europeu e o consequente choque de culturas.
Uma recriação emocionante de uma viagem repleta de perigos e sofrimento, que é também um admirável testemunho de resiliência e fé.

Em 1613, o sonho do padre Velasco torna-se realidade. Pela primeira vez, os japoneses vão atravessar o oceano Pacífico. e ele irá com eles como intérprete. ao embarcar com um grupo de samurais com destino ao México, indo depois a Espanha e finalmente a Roma, a sua zelosa esperança é que, iniciando relações com o mundo ocidental, o Japão se torne maduro para a conversão ao cristianismo - com ele como bispo. Mas o destino tem outros planos para o padre Velasco.

Mais do que um romance histórico sobre os primeiros contactos entre Oriente e Ocidente, O Samurai é uma profunda reflexão sobre fé, honra, ambição e resistência humana, todos eles temas que Endo sempre abordou com incomparável acuidade e engenho.

Galardoado com o Prémio Noma, um dos mais importantes prémios literários do Japão, o Samurai estabeleceu um marco incontornável no romance japonês do século XX

26
Jul18

Novidade - "Lucky Luke - A Noiva de Lucky Luke" de Guy Vidal e Morris

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Sinopse:

Um grupo de mulheres parte rumo ao Oeste selvagem, numa arriscada travessia do continente americano com vários perigos à espreita: foras da lei, índios, animais selvagens, intempéries, etc. 

Escoltadas por Lucky Luke, o seu objetivo é alcançarem uma região remota unicamente habitada por homens para aí encontrarem marido. 

Ao chegarem ao destino, uma das mulheres, Jenny, vê gorados os seus intentos, já que o seu prometido se encontra na prisão. 

Lucky Luke é então nomeado seu protetor, missão que deverá exercer até à libertação do prisioneiro.

Julgando-a noiva de Lucky Luke, os famosos irmãos Dalton não perdem tempo e resolvem raptá-la…

26
Jul18

Book quote

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Será possivelmente uma das frases mais consensuais entre quem gosta de livros. Alguém conhece algum leitor que não partilhe desta ideia?

 

25
Jul18

Man booker prize 2018 - longlist

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Foi ontem conhecida a longlist de candidatos ao Man Booker Prize de 2018.

Confesso a minha ignorância em relação a muitos dos nomes. Conheço o Michael Ondaatje, autor do “Paciente Inglês”, que ganhou no mês passado o Golden Booker Prize e Richard Powers que já ganhou um Pulitzer, de resto só conhecia mais um ou dois dos autores apenas de nome.

Aqui fica a lista completa de candidatos:

  1. Snap, de Belinda Bauer (Reino Unido).
  2. Milkman, de Anna Burns (Reino Unido).
  3. Sabrina, de Nick Drnaso (Estados Unidos).
  4. Washington Black, de Esi Edugyan (Canadá).
  5. In Our Mad And Furious City, de Guy Gunaratne (Reino Unido).
  6. Everything Under, de Daisy Johnson (Reino Unido).
  7. The Mars Room, de Rachel Kushner (Estados Unidos).
  8. The Water Cure, de Sophie Mackintosh (Reino Unido).
  9. Warlight, de Michael Ondaatje (Canadá).
  10. The Overstory, de Richard Powers (Estados Unidos).
  11. The Long Take, de Robin Robertson (Reino Unido).
  12. Normal People, de Sally Rooney (Irlanda).
  13. From A Low And Quiet Sea, de Donal Ryan (Irlanda).
25
Jul18

Novidade - "Nome de Código: Verity" de Elizabeth Wein

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Sinopse:

O retrato impressionante do mundo da espionagem, onde nunca nada é o que parece ser!

Uma missão falhada
No dia 11 de outubro de 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, um avião espião britânico despenha-se em território francês ocupado pelos nazis. A bordo, numa missão ultrassecreta, seguem duas jovens amigas: Maddie, a piloto, e Verity, a passageira.

Nas mãos do inimigo
Apesar de sobreviver ao acidente, Verity é capturada pela Gestapo. Para uma agente secreta, ser aprisionada em território inimigo é o pior dos pesadelos. Os interrogadores nazis dão-lhe uma escolha difícil: revelar o objetivo da sua missão, em troca de dias de vida, ou enfrentar um destino terrível.

Traição ou salvação?
Enquanto escreve a sua confissão, Verity vai revelando o seu passado, numa história emotiva, cruel e redentora. Cada nova página representa mais tempo de vida para si, mas também mais segredos entregues ao inimigo. Resta saber se essa confissão será o suficiente para salvá-la e se conseguirá concluir com sucesso uma missão aparentemente condenada ao fracasso.

Um livro multipremiado. Um hino à amizade e à coragem.

24
Jul18

Novidade - "A Viagem Mais Improvável" de Walter Alvarez

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Sinopse:

Gosto de pensar na Grande História como uma combinação de quatro regimes: Cosmos, Terra, Vida e Humanidade. Cada um destes quatro encontra-se repleto de estórias fascinantes que nos ajudam a entender o que é ser um ser humano que vive no nosso mundo, e não qualquer outra espécie de criatura que vive noutro lugar.

23
Jul18

Novidade - "Furriel Não é Nome de Pai" de Catarina Gomes

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Sinopse:

«Filhos do vento»: as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial. Chamavam «resto de tuga» a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da «Exma. Mana» portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do «inimigo» e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. «Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais.» Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War    

22
Jul18

Novidade - "O Outro Exílio" de A. R. Azzam 

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Sinopse:

Escudeiro, católico, renegado, mercenário, muçulmano, isolado numa ilha, místico, exilado, ambientalista: quantas vidas teve Fernão Lopes? Em 1506, Fernão Lopes - que viveu cerca de um século depois do célebre cronista seu homónimo - partia rumo à Índia em busca de honra e riqueza. Ali converteu-se ao Islão, casou com uma muçulmana, combateu contra os seus compatriotas, acabando por ser capturado e torturado em público por traição. Quando mais tarde regressava a Lisboa, decidiu abandonar o navio junto à costa da ilha de Santa Helena, tornando-se no seu primeiro e único habitante. As notícias de Fernão Lopes chegaram aos ouvidos do rei de Portugal, que ordenou que um navio o trouxesse à capital do reino.

Ao chegar, causou tal impressão a D. João III, que lhe foi concedida a possibilidade de realizar um desejo: foi então que pediu permissão para voltar a Santa Helena. A história do escudeiro Fernão Lopes é um exemplo fascinante de como, quando tudo parece perdido, o que conta é aquilo que somos. Simultaneamente um relato histórico e uma meditação sobre o isolamento e a solidão, este é um livro que aborda o tema da redenção num dos períodos mais negros da Europa e um testemunho da espantosa relação entre o homem e a natureza selvagem.

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Um Leitor

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