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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

31
Mai18

Novidade - "Três Filhas de Eva" de Elif Shafak

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Sinopse:

Um romance impressionante e oportuno.   "Três Filhas de Eva", romance ambientado em Istambul e em Oxford, conta a história de Peri, uma mulher da classe alta turca que já ultrapassou a casa dos 40. O epicentro de todos os acontecimentos é um certo jantar que reúne gente poderosa e rica, numa noite em que vários atentados terroristas abalam a capital turca. Entre o normal decurso do jantar e o seu súbito desfecho (um contraste de dimensões cinematográficas), Peri precisa de contactar com alguém que conhecera e deixara para trás, em Oxford – tal como regressar às discussões que nessa altura mantinha com duas amigas (Shirin e Mona) sobre a dificuldade de ser mulher e muçulmana. O tempo avança e recua entre os anos 80 (os da infância de Peri) e os da primeira década do novo milénio (quando era estudante em Inglaterra). É neste ambiente de tensão que um certo segredo ameaça ser revelado.

30
Mai18

Golden Man Booker Prize

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Foi conhecida este fim de semana a shortlist com 5 títulos candidatos ao prémio comemorativo dos 50 anos de existência do prémio Man Booker Prize.

Este ano para além da atribuição do prémio anual haverá lugar a este prémio comemorativo escolhido entre as obras que venceram o mesmo na última metade de século.

São estas as obras candidatas:

- In a Free State (1971), do Prémio Nobel da Literatura V.S. Naipaul

- Moon Tiger (1987), de Penelope Lively

- The English Patient (1992), de Michael Ondaatje

- Wolf Hall (2009), de Hilary Mantel

- Lincoln in the Bard (2017), de George Sanders

Sendo completamente honesto conheço 3 dos 5 livros e tive a oportunidade de ler, muito recentemente, um deles: “Lincoln no Bardo”, por isso a votar só poderá ser neste.

E é preciso dizer que do ponto de vista criativo parece-me muito bem escolhido. É um livro brilhante desse ponto de vista, pelo que, faz sentido o seu reconhecimento.

29
Mai18

Novidade - "Pequenos Fogos em Todo o Lado" de Celeste Ng

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"Pequenos Fogos em Todo o Lado" de Celeste Ng. É um dos livros mais aguardados por este Leitor. Li várias críticas muito boas ao livro e certamente não foi por acaso ganhou o título de melhor livro de ficção para a Goodreads.

Reconheço que, neste momento, é o livro que reúne maior interesse e curiosidade da minha parte. Será para adquirir esta semana na feira do Livro.

Editora: Relógio D´Àgua.

 

Sinopse:

Em Shaker Heights, um pacato subúrbio de Cleveland, está tudo previsto — desde o traçado das ruas sinuosas até à cor das casas, passando pelas vidas bem-sucedidas que os seus residentes levam. E ninguém encarna melhor esse espírito do que Elena Richardson, cujo princípio orientador é obedecer às regras do jogo. A esta idílica redoma chega Mia Warren — uma artista enigmática e mãe solteira — com a filha adolescente, Pearl. Mia arrenda uma casa aos Richardsons. Rapidamente Mia e Pearl se tornam mais do que inquilinas: os quatro filhos dos Richardsons sentem-se cativados pelas duas figuras femininas. Mas Mia traz consigo um passado misterioso e um desprezo pelo statu quo que ameaçam perturbar esta comunidade cuidadosamente ordenada. «Um livro maravilhoso. Divertido, inteligente e sensível.» Paula Hawkins   «Celeste Ng é sempre arguta, desafiante, generosa e original.» Meg Wolitzer «Provavelmente o meu livro favorito do ano.» John Green «Uma história intensa e emocionante.» The Times «Peguei no livro e não o consegui largar.» Jodi Picoult «Um livro espantoso.» Matt Haig

29
Mai18

Leituras - "Correr para Vencer" de Phil Knight

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Está concluído o livro “Correr para Vencer”, a autobiografia do cofundador da Nike, Phil Knight.

Antes de mais é preciso dizer que gostei bastante do livro e que este está muito bem conseguido.

A linguagem utilizada é muito clara, havendo muitos momentos em que parece que estamos a ler o diário do autor ao longo dos anos (e provavelmente até estamos).

É um livro de discurso direto, sem subterfúgios, onde se fala das vitórias e das derrotas, avanços e recuos, dos problemas e nas situações de pré-colapso com toda a naturalidade, numa atitude muito americana que bastante aprecio.

O autor expõe-se de sobremaneira no livro, fala sobre as suas angustias, medos, relações familiares, etc., e é extremamente interessante perceber que aquilo que hoje é um monstro internacional (Nike) esteve por diversas vezes à beira de fechar portas, sendo que tal não aconteceu, em grande medida devido à perseverança dos seus gestores e também divido às suas caraterísticas muito particulares.

Os americanos podem ter muitos defeitos, mas tem uma postura perante a vida, perante o sucesso e o fracasso que muito admiro. Este livro retrata de forma muito contundente essa realidade.

Há uma frase ainda no início do livro que rejeitei particularmente: diz o autor que se é parte fracassar que o fracasso chegue o mais rápido possível para ter mais tempo para recomeçar. Isto diz muito e é tão diferente do que vemos no dia à dia.

Trata-se de uma biografia (uma biografia parcial já que acaba, com a exceção de um capitulo final, no início dos anos 80) que vai figurar no top das minhas preferidas. É um livro que tinha debaixo de olho há muito tempo e me deu imenso gozo ler. Sempre tive (desde pequeno) uma grande paixão por marcas desportivas e a Nike sempre esteve no topo, pelo que, a leitura deste livro fez todo o sentido. Excelente leitura.

28
Mai18

Novidade - "Coreia do Norte" de José Duarte de Jesus

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Este livro parte de uma análise da atual Coreia do Norte a partir da perspetiva do autor, ex-diplomata em Pyongyang que recorre um pouco a um passado mais longínquo para definir os valores fundamentais em causa da Coreia do Norte, enquanto país com uma cultura milenar de raiz chinesa. Além de uma breve história da Coreia do Norte, pretende-se dar um enquadramento cultural do país para que se possa compreender o quadro de uma intriga internacional

 

27
Mai18

Novidade - "A Mente Aprisionada" Czeslaw Milosz

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Sinopse:

Czeslaw Milosz – Prémio Nobel de Literatura Escrita por Milosz durante o seu exílio em Paris e publicada em 1953, "A Mente Aprisionada" é uma obra fundamental e um clássico no estudo do totalitarismo. Através de pequenas narrativas biográficas de intelectuais polacos e sua relação com o regime comunista em vigor, Milosz descreve o completo domínio social que este exerceu à época, ao subjugar o espírito e as ideias por meio da «transmissão orgânica» de um pensamento único. Milosz ilumina e resume essa Visão do Mundo e a obediência ao seu Método sedutor e persuasivo num conjunto de textos inovadores, à época polémicos, que anteciparam dissidências e denúncias do estalinismo. O estilo narrativo único, incisivo e sardónico, erudito e eloquente, que conjuga reflexão filosófica e política com descrição biográfica quase ficcional, faz de A Mente Aprisionada uma obra única e incontornável da literatura ensaística, e um dos livros mais influentes e inspiradores alguma vez escritos sobre o tema. «Deu-nos uma descrição da cultura totalitária como mais ninguém o fez.» The Sunday Times «Um livro assustador. Tem de ser lido.» The Guardian

27
Mai18

Man Booker Prize International - vencedora Olga Tokarczuk

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Foi conhecido esta semana a vencedora do prémio Man Booker Prize Internacional, a autora polaca Olga Tokarczuk, autora de “Flights”.

Não conhecia a autoria pelo que pude perceber, apesar de uma vasta obra na Polónia não tem nenhum livro traduzido para português.

O livro é, segundo o site da editora, uma narrativa de viagem — aliás, de várias viagens — através dos séculos e de diferentes personagens e também uma história da anatomia humana, cheia de “reflexões sobre viajar com uma exploração profunda do corpo humano, a vida, a morte, o movimento e a migração”.

Tive oportunidade de ler recentemente o vencedor prémio do ano passado “Um Cavalo Entra Num Bar”, que foi uma agradável surpresa. Vou aguardar por uma tradução para português para fazer o mesmo com a vencedora deste ano.

26
Mai18

Novidade - "A Ordem do Dia" de Éric Vuillard

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Sinopse:

Prémio Goncourt 2017 A 20 de fevereiro de 1933, um dia comum em Berlim, teve lugar no Reichstag uma reunião secreta na qual os industriais alemães — entre os quais se contavam os donos da Opel, Krupp, Siemens, IG Farben, Bayer, Allianz, Telefunken, Agfa, BASF e Varta — doaram enormes quantias a Hitler para conseguir a estabilidade que ele prometia. A partir desse ano, Hitler preparou uma estratégia para a comunidade internacional para anexar «pacificamente» a Áustria; para isso, enquanto procurava o consentimento ou o silêncio dos primeiros-ministros europeus, manteve uma guerra psicológica com Schuschnigg, o chanceler austríaco, até que a invasão (uma vanglória do lendário exército alemão, que escondia graves problemas técnicos) foi um facto. Esta narrativa revela os negócios e os vulgares interesses comuns que tornaram possível a ascensão do nazismo e o seu domínio na Europa até à Segunda Guerra Mundial, com as consequências que todos conhecemos. "A Ordem do Dia" descreve de forma trepidante e inovadora, em cenas memoráveis, os bastidores da ascensão de Hitler ao poder, numa lição de literatura, história e moral política.

26
Mai18

Dias Aderente FNAC

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Embora esteja ai a Feira do Livro, vale sempre a pena espreitar a FNAC nestes dias (se for aderente), nem se que seja porque é uma das poucas oportunidade do ano para comprar novidades dos livros com 20% de desconto.

25
Mai18

Book quote

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Regra geral não sou pessoa de comprar livros pela capa (e contracapa) mas, acredito. como a maior parte dos leitores, também já comprei livros por causa impelido pela qualidade da capa, e desiludi-me. Não foram muitos, mas assumo que já o fiz, por isso posso dizer que já me vi nesta realidade descrita por Charles Dickens.

São livros que dão excelentes bibelots. Excelente capa, mau conteúdo. Ponto.

O meu problema é que por vezes parece que esta realidade vai ganhando dimensão, ou seja, grande preocupação com a capa e menos com o conteúdo.

Agora que acabei de escrever o parágrafo acima fui atingido por um raio de iluminação: não devia estranhar essa realidade, afinal é o reflexo da vida real que nos rodeia todos os dias e tão presente nas redes sociais.

24
Mai18

Novidade - "Não Respire" de Pedro Rolo Duarte

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"Não respire”. Já se encontra disponível o livro póstumo de Pedro Rolo Duarte.

 

Sinopse:

«Há palavras que se tornam estigmas, condenações, tabuletas na testa de quem subitamente é forçado a viver com elas. Mais de 30 anos de jornalismo, a conviver todos os dias com palavras e os seus significados, podem ainda assim deixar de fora esta ideia, na premissa de que as palavras são todas iguais, saem direitinhas no ecrã do computador, e mais perfeitas ainda na impressão do jornal, ou na paginação fria do tablet. Não são e essa foi a primeira surpresa que tive. Um dia acordei com uma palavra mais na vida, e falei dela com os mais próximos como se fosse apenas uma palavra mais. Rapidamente a ilusão desapareceu – como se, na verdade, alguma vez tivesse existido. Um poema não tem vida própria? Tem. Uma carta de amor não é um coração vivo, que bate e se sente? Claro que sim. Porém, como fiz das palavras profissão, nunca deixei que me escapassem da mão. Brinquei, joguei com elas, até as enganei – mas jamais permiti que se libertassem, como um filho aos 18 anos, ou que me dessem problemas, como um adolescente tonto. Fui-lhes fiel e leal – e exigi-lhes o mesmo. Cumpriram. Até agora. Até ao dia em que uma palavra me deixou, a um tempo, carimbado, abalado e quase triste. Reconheço: acarinhado, também. Tudo ao mesmo tempo. A palavra: cancro.»

23
Mai18

Livros e Invejas...

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Não sou pessoa de invejas. Tenho muitos outros defeitos chatos, mas desse acho que não padeço, no entanto, os livros representam uma das poucas exceções.

Se me querem apanhar invejoso é quando acabo de ler um bom livro e penso: porra, que inveja tenho deste tipo/tipa por ser uma imaginação de tal forma grande que lhe permitiu escrever isto. Porra, como eu gostava de ter essa capacidade!

Tenho inveja de quem consegue criar nos outros a ideia de que aquilo que produz é verdadeiramente mágico. É uma inveja boa até porque quando leio um livro é sempre algo porque anseio, ter inveja da pessoa que o escreveu. Se tiver é porque o livro é mesmo bom!

 

 

22
Mai18

Novidades - "Aqui Estou" de Jonathan Safran Foer

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Sinopse:

 

«Aqui estou.» Assim responde Abraão quando Deus lhe ordena que sacrifique Isaac. Mas como é possível Abraão proteger o filho e, ao mesmo tempo, aceder às ordens de Deus? Como podemos nós no mundo de hoje, cumprir os deveres irreconciliáveis de sermos pais, maridos, filhos, mães, mulheres e permanecer fiéis a nós próprios? Aqui Estou é a história de uma família no limiar da crise.

Jacob Bloch vive em Washington, é escritor, descendente de sobreviventes do Holocausto, casado e pai de três filhos. Apesar dos elogios da crítica, os seus livros são um fracasso de vendas e a sua carreira como escritor começa a ser questionada. Mas há algo mais fundamental em causa: o casamento com Julia e aquilo a quer Jacob chama casa.

Ao mesmo tempo que o drama do divórcio iminente se desenrola e alimenta uma crise crónica de identidade, um tremendo terramoto destrói Israel, agravando não só uma situação política delicada como, também, o problema de Jacob e da família. A que lugar pertencemos nós, exactamente? E como podemos regressar a uma casa em escombros?

Safran Foer mergulha o leitor numa reflexão sobre amor, vida, morte, intimidade, família e tradição, a um tempo violentamente universal e absolutamente universal. Brilhante, feroz, comovente, hilariante, Aqui estou é a obra mais inspirada de um dos grandes escritores do nosso tempo.

21
Mai18

Novidade - "A Minha Avó Pede Desculpa" de Fredrik Backman

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Sinopse:

Elsa tem sete anos de idade, quase oito, e é diferente. Para já, tem como melhor - e única - amiga a avó de setenta e sete anos de idade, que é doida: não levemente taralhoca, mas doida varrida a sério, capaz de se pôr à varanda a tentar atingir pessoas que querem falar sobre Jesus com uma arma de paintball, ou assaltar um jardim zoológico porque a neta está triste. Todas as noites, Elsa refugia-se nas histórias da Avozinha, cujo cenário é o reino de Miamas, na Terra-de-Quase-Acordar, um reino mágico onde o normal é ser diferente. Quando a Avozinha morre de repente e deixa uma série de cartas a pedir desculpa às pessoas que prejudicou, tem início a maior aventura de Elsa. As cartas levam-na a descobrir o que se esconde por detrás das vidas de cada um dos estranhíssimos moradores de um prédio muito especial, mas também à verdade sobre contos de fadas, reinos encantados e a forma como as escolhas do passado de uma mulher ímpar criam raízes no futuro dos que a conheceram. "A Minha Avó Pede Desculpa" é uma belíssima história, contada com o mesmo sentido de humor e a mesma emoção que o romance de estreia de Fredrik Backman, o bestseller internacional "Um homem Chamado Ove".

21
Mai18

Leitura e equilíbrio, ou a falta dele...

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Por estes dias o tempo anda escasso (e não anda sempre?) e o cansaço anda em alta (não começa a andar sempre?). Quando assim é tudo é lúdico sai prejudicado.

Ando a ler menos do que preciso e muito menos do que gostaria.

Ler tem aquele condão de fazer de um mau dia um dia que até acaba bem, ou de fazer de um dia que vai ser mau um dia razoável porque até começou com uma boa dose de páginas sobre qualquer coisa que verdadeiramente gostamos.

Fico stressado com falta de leitura, é essa a verdade, sendo que quanto mais próximo estou do final de um livro maior é o impacto. Hoje estou assim.

Preciso de um bom bocado de leitura no final do dia para restabelecer algum equilíbrio!

19
Mai18

Novidade - "Uma Casa em Mossul" de Paulo Moura

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Sinopse:

«O Estado Islâmico é, provavelmente, de todas as realidades do século XXI, a mais difícil de compreender. Talvez um dos maiores desafios de sempre. Nas regiões que controla é impossível entrar. Um jornalista só chega quando os jihadistas já partiram, ou foram aniquilados. Chegando antes será ele aniquilado fisicamente ou, se não fisicamente, decerto como jornalista. O Estado Islâmico é uma imagem que se desvanece quando lhe tentamos tocar. Eu quis aproximar-me o mais possível. E foi ali, em Mossul, em noites de calor escaldante, moscas, cavalos e cães selvagens, que escrevi este livro. Quando cheguei a Lisboa editei, acrescentei, organizei o texto, mas o lugar da escrita, o ponto de vista, a minha casa, foi ali, rente ao palco do massacre, na fornalha de Julho e da guerra.»    

Pág. 1/3

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