Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Novidade - "China em Dez Palavras" de Yu Hua

30.04.18

250x.jpg

 

Parece-me um livro bastante interessante para compreender um pouco melhor a China, esse país cada vez mais presente e ao mesmo tempo ainda tão desconhecido.

 

Sinopse:

«Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar.»
[Do Prefácio]

Mais dois títulos para os 100 melhores de sempre

30.04.18

20180425_080725.jpg

 

No último mês e meio quase não houve desenvolvimentos no meu projeto dos “100 melhores livros de sempre”. Vi algumas coisas a bom preço, mas acabei por não comprar nada.

No entanto, na semana passada, acabei por juntar mais dois títulos ao lote dos que já tenho: “Ulisses” de James Joyce e “Frankenstein” Mary Shelley.

Quero ver se consigo ir juntando pelo menos um novo título por mês, senão nem daqui por 20 anos tenho o lote completo. Ainda só tenho ¼ do total.

Prémio Livro do Ano Bertrand

28.04.18

vencedores_livrodoano2017-02.png

 

 Já são conhecidos os vencedores do prémio Livro do Ano levado a cabo pela Bertrand.

Os vencedores são:

Ficção Lusófona: "Até que as pedras se tornem mais leves do que a água" de António Lobo Antunes

Ficção Autores Estrangeiros: "Homens sem Mulheres" de Haruki Murakami

Reedição de Obras Essenciais: "Os Miseráveis I" de Vitor Hugo.

 

Confesso que não votei em nenhum dos vencedores, por uma razão muito simples: não li nenhum dos livros. Mas pelo que tive oportunidade de ler muito boa gente votou em livros que não leu.

Faz-me confusão que se escolha um livro sem se ter lido o mesmo. Eu tinha duas hipóteses: ou não votava, ou votava nos que tinha lido. Optei pela segunda hipóteses e por isso votei nos livros “Sinal de Vida” de José Rodrigues dos Santos e “Estrada Subterrânea” de Colson Whitehead. No caso da ficção lusófona não tinhas mesmo outra hipóteses porque não li mais nenhum livro desta tipologia em 2017, já no caso da ficção estrangeira este foi efetivamente o meu livro favorito.

É provável que durante este ano ainda tente encaixar o livro de António Lobo Antunes. Não porque foi o vencedor, mas porque depois de ouvir uma entrevista do autor há uns tempos fiquei com curiosidade.

 

 

Book quote

26.04.18

e8ae136d91c6dea82a28d7d3b54d9464_jpg.png

 

Esbarrei com esta frase há muitos anos atrás. Na altura era só uma citação. Hoje, enquanto pai, é uma máxima que pretendo seguir porque é um reflexo da educação que pretendemos passar. Pode parecer castradora à primeira vista, mas assumindo que os pais procurar dar a melhor educação possível aos filhos, este gesto está em linha com essa vontade.

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

25.04.18

20978762_pdsu6.jpg

 

Terminei já no domingo o livro “Guerra Americana” de Omar El Akkad.

Conforme escrevi aqui, o início do livro assustou-me um pouco. Digamos que, mesmo na ficção, evito o tema guerra/crianças e no início o livro retrata a vida da personagem principal, Sarat, em muito tenra idade, no entanto a ação rapidamente avança e o livro acaba por envolver o leitor pela qualidade da narrativa.

Um aviso à navegação: é um livro cru, muito cru, sem heróis, num contexto de guerra numa América futurista e autodestrutiva. A personagem principal, Sarat, é uma menina/mulher marcada pela guerra desde muito cedo e que vive a sua vida toda em função da guerra, da vingança independentemente dos custos que possa existir para outros.

A história é contada, muitos anos depois, por um sobrinho de Sarat. As razões pelas quais isso acontece só se percebem mesmo no final do livro, mas a narrativa está muito bem montada.

O autor prende o leitor não porque este esteja à espera de um final emocionante, mas porque a quer saber onde vai desaguar a história.

Ainda que seja uma distopia, não consegui deixar de acabar o livro e pensar em duas coisas: em como apesar de se tratar de uma distopia, a sua tradução prática para a realidade não é totalmente descabida, porque precisa apenas do pior que há no seu humano e em como muitas vezes penso, com receio, no mundo em que o meu filho pode vir a crescer. Bem sei que ele nasceu na época mais auspiciosa da história para o ser humano, mas se olharmos à volta percebemos que, pode bastar um idiota com poder para lançar o mundo numa espiral destrutiva. É pesado eu sei, mas às vezes penso nisso.

É um bom livro, uma boa história, que recomendo vivamente.

Compra - "Correr para Vencer" de Phil Knight

24.04.18

250x.jpg

 

Foi esta a minha comemoração do Dia Mundial do Livro. Tive de ir comprar um livro. Comprei um livro de que já tinha falado aqui, “Correr para Vencer” de Phil Knight, o fundador da NIKE.

Tenho mesmo muita curiosidade neste livro e é quase certo que ele irá alterar a ordem de leituras que tinha planeada para os próximos tempos....

Dia Mundial do Livro - um livro... what else?

23.04.18

Untitled.png

 

Eu não sou muito de comemorar “os dias de”, mas hoje é dia mundial do livro, e num blog sobre livros, esse é “o dia” por excelência para assinalar.

Não seu se muita gente tem essa perspetiva, mas o livro é muito provavelmente uma das maiores invenções do Homem. Tudo que existe, tudo o que sabemos está nos livros. Tudo o que supomos ter existido e o que gostaríamos de saber está nos livros.

O livro dá corpo e perpetua o conhecimento e a imaginação. O conhecimento e a imaginação, esses combustíveis da evolução dos tempos.

Por isso, neste dia, queiram por favor tentar levar a cabo uma, ou mais, das seguintes ações:

Comprem um livro,

Ofereçam um livro,

Partilhem um livro,

E acima de tudo façam por ler um livro. Não apenas hoje, todos os dias.

Um bom livro para todos!

Pág. 1/4