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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

30
Abr18

Novidade - "China em Dez Palavras" de Yu Hua

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Parece-me um livro bastante interessante para compreender um pouco melhor a China, esse país cada vez mais presente e ao mesmo tempo ainda tão desconhecido.

 

Sinopse:

«Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar.»
[Do Prefácio]

30
Abr18

Mais dois títulos para os 100 melhores de sempre

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No último mês e meio quase não houve desenvolvimentos no meu projeto dos “100 melhores livros de sempre”. Vi algumas coisas a bom preço, mas acabei por não comprar nada.

No entanto, na semana passada, acabei por juntar mais dois títulos ao lote dos que já tenho: “Ulisses” de James Joyce e “Frankenstein” Mary Shelley.

Quero ver se consigo ir juntando pelo menos um novo título por mês, senão nem daqui por 20 anos tenho o lote completo. Ainda só tenho ¼ do total.

28
Abr18

Prémio Livro do Ano Bertrand

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 Já são conhecidos os vencedores do prémio Livro do Ano levado a cabo pela Bertrand.

Os vencedores são:

Ficção Lusófona: "Até que as pedras se tornem mais leves do que a água" de António Lobo Antunes

Ficção Autores Estrangeiros: "Homens sem Mulheres" de Haruki Murakami

Reedição de Obras Essenciais: "Os Miseráveis I" de Vitor Hugo.

 

Confesso que não votei em nenhum dos vencedores, por uma razão muito simples: não li nenhum dos livros. Mas pelo que tive oportunidade de ler muito boa gente votou em livros que não leu.

Faz-me confusão que se escolha um livro sem se ter lido o mesmo. Eu tinha duas hipóteses: ou não votava, ou votava nos que tinha lido. Optei pela segunda hipóteses e por isso votei nos livros “Sinal de Vida” de José Rodrigues dos Santos e “Estrada Subterrânea” de Colson Whitehead. No caso da ficção lusófona não tinhas mesmo outra hipóteses porque não li mais nenhum livro desta tipologia em 2017, já no caso da ficção estrangeira este foi efetivamente o meu livro favorito.

É provável que durante este ano ainda tente encaixar o livro de António Lobo Antunes. Não porque foi o vencedor, mas porque depois de ouvir uma entrevista do autor há uns tempos fiquei com curiosidade.

 

 

26
Abr18

Book quote

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Esbarrei com esta frase há muitos anos atrás. Na altura era só uma citação. Hoje, enquanto pai, é uma máxima que pretendo seguir porque é um reflexo da educação que pretendemos passar. Pode parecer castradora à primeira vista, mas assumindo que os pais procurar dar a melhor educação possível aos filhos, este gesto está em linha com essa vontade.

25
Abr18

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

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Terminei já no domingo o livro “Guerra Americana” de Omar El Akkad.

Conforme escrevi aqui, o início do livro assustou-me um pouco. Digamos que, mesmo na ficção, evito o tema guerra/crianças e no início o livro retrata a vida da personagem principal, Sarat, em muito tenra idade, no entanto a ação rapidamente avança e o livro acaba por envolver o leitor pela qualidade da narrativa.

Um aviso à navegação: é um livro cru, muito cru, sem heróis, num contexto de guerra numa América futurista e autodestrutiva. A personagem principal, Sarat, é uma menina/mulher marcada pela guerra desde muito cedo e que vive a sua vida toda em função da guerra, da vingança independentemente dos custos que possa existir para outros.

A história é contada, muitos anos depois, por um sobrinho de Sarat. As razões pelas quais isso acontece só se percebem mesmo no final do livro, mas a narrativa está muito bem montada.

O autor prende o leitor não porque este esteja à espera de um final emocionante, mas porque a quer saber onde vai desaguar a história.

Ainda que seja uma distopia, não consegui deixar de acabar o livro e pensar em duas coisas: em como apesar de se tratar de uma distopia, a sua tradução prática para a realidade não é totalmente descabida, porque precisa apenas do pior que há no seu humano e em como muitas vezes penso, com receio, no mundo em que o meu filho pode vir a crescer. Bem sei que ele nasceu na época mais auspiciosa da história para o ser humano, mas se olharmos à volta percebemos que, pode bastar um idiota com poder para lançar o mundo numa espiral destrutiva. É pesado eu sei, mas às vezes penso nisso.

É um bom livro, uma boa história, que recomendo vivamente.

24
Abr18

Compra - "Correr para Vencer" de Phil Knight

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Foi esta a minha comemoração do Dia Mundial do Livro. Tive de ir comprar um livro. Comprei um livro de que já tinha falado aqui, “Correr para Vencer” de Phil Knight, o fundador da NIKE.

Tenho mesmo muita curiosidade neste livro e é quase certo que ele irá alterar a ordem de leituras que tinha planeada para os próximos tempos....

23
Abr18

Dia Mundial do Livro - um livro... what else?

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Eu não sou muito de comemorar “os dias de”, mas hoje é dia mundial do livro, e num blog sobre livros, esse é “o dia” por excelência para assinalar.

Não seu se muita gente tem essa perspetiva, mas o livro é muito provavelmente uma das maiores invenções do Homem. Tudo que existe, tudo o que sabemos está nos livros. Tudo o que supomos ter existido e o que gostaríamos de saber está nos livros.

O livro dá corpo e perpetua o conhecimento e a imaginação. O conhecimento e a imaginação, esses combustíveis da evolução dos tempos.

Por isso, neste dia, queiram por favor tentar levar a cabo uma, ou mais, das seguintes ações:

Comprem um livro,

Ofereçam um livro,

Partilhem um livro,

E acima de tudo façam por ler um livro. Não apenas hoje, todos os dias.

Um bom livro para todos!

20
Abr18

Book quote

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Esta é mais uma daquelas citações em que eu tenho, por obrigação, e pelo menos em parte, de me encaixar. A minha ignorância em relação aos grandes clássicos é muitos grande. Pelas minhas contas, no lote dos clássicos que costumam constar dos “100 mais de todos os tempos”, em média, eu li 4 ou 5 ao longo da minha vida toda. e na minha biblioteca não tenho mais de 20. Inconscientemente, sem nunca os ter lido, reconheço-os como clássicos, como grandes livros e sou até capaz de os apontar como tal, mas, mais uma vez com base na opinião de terceiros e não porque os tenha lido.

Já aqui escrevi que tenho o projeto completar a minha biblioteca com todos os 100 maiores livros de sempre (segundo a listagem do site “The Greatest Books”) mas falta-me ainda a parte de começar a agendar a leitura de pelo menos um ou dois por ano para poder referir-me a estes livros como clássicos com elogios por conhecimento e não apenas por sim. Este ano tenho de ler pelo menos 1. Se o fizer é mais 1 do que em quase todos os últimos 20 anos.

19
Abr18

Vencedor do Prémio Pulitzer de Ficção - "Less" de Andrew Sean Greer

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Já é conhecido o vencedor do prémio Pulitzer de Ficção. Trata-se do livro “Less” do autor americano Andrew Sean Greer.

Confesso que não conhecia nem o livro nem o autor.

O júri do prémio descreveu o livro como "Um livro generoso, musical na sua prosa e expansivo na sua estrutura”.

Caso venha a ser traduzido para português será sem dúvida uma leitura a considerar. O último vencedor, “The Underground Railroad”, do também americano Colson Whitehead, deixou-me muito boas recordações.

 

Sinopse (disponível no site Goodreads)

Who says you can't run away from your problems?

You are a failed novelist about to turn fifty. A wedding invitation arrives in the mail: your boyfriend of the past nine years is engaged to someone else. You can't say yes--it would be too awkward--and you can't say no--it would look like defeat. On your desk are a series of invitations to half-baked literary events around the world.

QUESTION: How do you arrange to skip town?

ANSWER: You accept them all.

What would possibly go wrong? Arthur Less will almost fall in love in Paris, almost fall to his death in Berlin, barely escape to a Moroccan ski chalet from a Saharan sandstorm, accidentally book himself as the (only) writer-in-residence at a Christian Retreat Center in Southern India, and encounter, on a desert island in the Arabian Sea, the last person on Earth he wants to face. Somewhere in there: he will turn fifty. Through it all, there is his first love. And there is his last.

Because, despite all these mishaps, missteps, misunderstandings and mistakes, LESS is, above all, a love story.

A scintillating satire of the American abroad, a rumination on time and the human heart, a bittersweet romance of chances lost, by an author The New York Times has hailed as "inspired, lyrical," "elegiac," "ingenious," as well as "too sappy by half," LESS shows a writer at the peak of his talents raising the curtain on our shared human comedy.

18
Abr18

Autores que nunca li – J.R.R. Tolkien

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Vem este post a propósito do lançamento de dois livros J.R.R. Tolkien, um que é novidade na tradução em português e outro que é novidade absoluta e que sairá em julho.

Como o próprio título do post indica nunca li nada de Tolkien. Vi os três filmes do “Senhor dos Anéis” e mais do que ter gostado dos filmes, reconheço nas histórias um nível estratosférico de imaginação e criatividade, algo que aprecio de sobremaneira.

Para ser honesto não tenho sequer os livros em casa. Nunca comprei. Mas isso não quer dizer que nunca tenha tido interesse, simplesmente, fica sempre a ideia de que ler os três livros é o equivalente a uma maratona, sendo que, para todos os efeitos nunca serão uma novidade absoluta porque já conheço a história dos filmes.

Não sei se com o novo livro em português, sendo uma história de um só livro, vou arriscar uma leitura, mas é possível que o faça para experimentar. Tenho curiosidade, e embora seja um mundo imaginário (algo que não é bem o meu género literário) consegue ser cativante.

A compra dos livros da saga do “Senhor dos Anéis” esta prevista no âmbito do projeto dos “100 melhores livros de sempre”. Para um dia destes.

 

17
Abr18

Compras - "O Futuro da Mente" e "No Logo"

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Adquiri estes dois livros na semana passado. Fazem parte do lote de livros de que vou tomado nota, para, logo que possível, adquirir e agendar leitura. São dois livros sobre temas completamente diferentes, mas ambos com muito interesse.

O primeiro, “O Futuro da Mente” é sobre um tema que genuinamente me fascina. Para onde é que a nossa mente, que nos trouxe até aqui, nos pode levar.

O segundo,” No Logo”, é um clássico que já por diversas vezes tinha estado para comprar, mas cujo preço foi fazendo com que deixasse para depois. É um livro contra a ditadura das marcas.  

O objetivo é que ainda possam fazer parte da lista de leituras para este ano (já começam a ser muitos e pouco tempo disponível).

17
Abr18

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

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Primeiras impressões: Bom livro. Assustou-me um pouco no início porque desde que fui pai tornei-me muito mais sensível a tudo o que tem que ver com crianças em situação difícil ou degradada. A leitura é bastante fluida e já consegui ler 1/3. Nesta fase não faço a mínima ideia para onde é que se dirige a história, coisa que eu aprecio bastante. To be continued...

15
Abr18

Novidades Penguin

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Partilho link para algumas das novidades, em inglês, disponibilizadas no mês de abril, pela Penguin Random House.

Há algumas coisas interessantes. Chamou-me à atenção em particular o livro “Educated”, de Tara Westover.

14
Abr18

Book quote

 

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Dizer que estas citações são grandes verdades é quase redundante. Se não fossem também não eram utilizadas...

Esta é uma frase que não é assim tão direta mas que, se pensamos bem (pelo menos quem lê com frequência), faz muito sentido e é muito verdadeira.  Podemos nem pernsar nisso mas é muito verdade.

Bom fim de semana!

13
Abr18

Shortlist do Man Booker Prize International 2018

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Já são conhecidos os finalistas, “short list”, do Man Booker Prize International 2018.

Com toda a honestidade, apenas conheço dois dos autores, nunca li nada de nenhum deles e não tenho em casa nenhum dos seus livros.

O nome me salta mais à vista é o da escritora coreana Han Kang que já ganhou o prémio em 2016 com o livro “A Vegetariana”, livro esse que já estive para comprar, mas que acabei por trocar por outros.

Li muito recentemente (e escrevi sobre isso aqui) o vendedor do ano passado: “Um cavalo entra num bar” de David Grossman. Não sendo um dos meus livros favoritos de todos os tempos é um bom livro, e é sem dúvida diferente no estilo de escrita, num bom sentido.

Nenhum dos livros tem ainda tradução em português.

Shortlist

  1. Vernon Subutex 1, de Virginie Despentes (França). Traduzido por Frank Wynne e publicado pela MacLehose Press;
  2. The White Book, de Han Kang (Coreia do Sul). Traduzido por Deborah Smith publicado pela Portobello Books;
  3. The World Goes On, de László Krasznahorkai (Hungria). Traduzido por John Batki, Ottilie Mulzet e George Szirtes e publicado pela Tuskar Rock Press;
  4. Like a Fading Shadow, de Antonio Muñoz Molina (Espanha). Traduzido por Camilo A. Ramirez e publicado pela Tuskar Rock Press;
  5. Frankenstein in Baghdad, de Ahmed Saadawi (Iraque). Traduzido por Jonathan Wright e publicado pela Oneworld;
  6. Flights, de Olga Tokarczuk (Polónia). Traduzido por Jennifer Croft e publicado pelas Fitzcarraldo Editions.
13
Abr18

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

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Iniciada nova leitura. “Guerra Americana” de Omar El Akkad foi a escolha.

Já aqui tinha escrito sobre o livro e sobre o interesse que me despertou, por isso, sendo agora a vez de uma leitura na área da ficção (vou alternando entre ficção e não ficção) a escolha acabou por ser cair para este livro.

Não sou um fã incondicional desta tipologia de livro (distopias) mas, regra geral, tenho tido olho para as escolhas que faço e não me costumo desiludir. Espero que seja mais uma vez o caso.

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