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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

13
Mar18

Man Booker International Prize - longlist já é conhecida

Já é conhecida a longlist para o The Man Booker International Prize. Confesso que para mim, para já, a maioria são desconhecidos.

De momento estou a ler (e quase a terminar) precisamente o vencedor do ano passado "Um cavalo entra num bar" de David Grossman.

 

• Laurent Binet (France), Sam Taylor, The 7th Function of Language (Harvill Secker)

• Javier Cercas (Spain), Frank Wynne, The Impostor (MacLehose Press)

• Virginie Despentes (France), Frank Wynne, Vernon Subutex 1 (MacLehose Press)

• Jenny Erpenbeck (Germany), Susan Bernofsky, Go, Went, Gone (Portobello Books)

• Han Kang (South Korea), Deborah Smith, The White Book (Portobello Books)

• Ariana Harwicz (Argentina), Sarah Moses & Carolina Orloff, Die, My Love (Charco Press)

• László Krasznahorkai (Hungary), John Batki, Ottilie Mulzet & George Szirtes, The World Goes On (Tuskar Rock Press)

• Antonio Muñoz Molina (Spain), Camilo A. Ramirez, Like a Fading Shadow (Tuskar Rock Press)

• Christoph Ransmayr (Austria), Simon Pare, The Flying Mountain (Seagull Books)

• Ahmed Saadawi (Iraq), Jonathan Wright, Frankenstein in Baghdad (Oneworld)

• Olga Tokarczuk (Poland), Jennifer Croft, Flights (Fitzcarraldo Editions)

• Wu Ming-Yi (Taiwan), Darryl Sterk, The Stolen Bicycle (Text Publishing)

• Gabriela Ybarra (Spain), Natasha Wimmer, The Dinner Guest (Harvill Secker)

 

13
Mar18

Histórias com Livros - "Nascidos para Correr" de Christopher Mcdougall

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Desde que me lembro que faço desporto e, talvez por isso, nem consigo situar bem o momento em que o atletismo ganhou para mim um lugar especial. Lembro-me apenas que antes dos 10 anos já participava em provas de atletismo: corta mato, velocidade, salto em comprimento.

A primeira prova mais “importante” onde me lembro de ter participado foi numa prova distrital tinha eu os meus 11 anos. Foi uma prova (acho) de 1500m. Foi num domingo de manhã e chovia a cântaros.

Passaram-se mais de 30 anos e ao longo deste período, com maior ou menor regularidade sempre fui correndo. Os meus músculos têm uma longa memória de corrida.

Em 2006 depois de dois anos de uma quase total inatividade, e muitos quilos a mais, decidi voltar a correr com regularidade. Perdi o peso que rinha para perder, comecei a participar em algumas provas e tomei-lhe o gosto. Corri muitas provas de 10kms e aventurei-me nas meias maratonas.

No final de 2007 lesionei-me num joelho. Como a coisa demorou a passar andei os anos seguintes a correr menos, ou mesmo sem correr.

Em 2011, novamente com mais algum peso, mas já sem dores, retomei a corrida com mais regularidade e já próximo do final do ano esbarrei com este livro. Foi ele que ajudou (e muito) a dar corpo a uma ideia maluca que foi amadurecendo na minha cabeça: correr uma maratona antes dos 35 anos.

Toda a ideia de correr, de superação, de definir um objetivo e atingi-lo mexeu comigo (embora o livro não seja só sobre isso) e deu um impulso muito grande para começar a treinar a sério e acabar por, em 2012, correr mesmo uma maratona.

Ontem, voltei a lembrar-me do livro. Passo a explicar.

Depois de correr a maratona em 2012 voltei a abrandar o ritmo, estive algum tempo sem correr, fui correndo aqui e ali, sem nunca parar, mas também sem grande recorrência ou entusiamo.

No início desde ano, outra vez com mais uns quilos, voltei a meter outra ideia maluca na cabeça: correr uma maratona aos 40. Se calhar um pensamento típico de uma crise de meia idade. Comecei a treinar logo no dia 1 de janeiro, 4 vezes por semana, e ontem, por entre chuva, granizo, frio e afins, fiz a Meia Maratona de Lisboa abaixo das 2 horas. Foi duro, mas fez-me lembrar muito a mensagem do livro.

Não sei que vou ou não correr a Maratona de Lisboa em outubro. É muito cedo para decidir isso e eu sei por experiência que é preciso ter muitos, mesmo muitos quilómetros nas pernas para aspirar a fazer uma maratona sem ficar com mazelas. Tenho pelo menos 6 meses para decidir e outro tanto tempo para reler alguma partes do livro e ganhar inspiração.

É um livro que recomendo a toda a gente que gosta de corrida, mas precisa de um empurrãozinho para levar a coisa um pouco mais a sério. Não quer dizer que tenha de ser para correr uma maratona, basta que seja para limpar a cabeça, por exemplo do stresse e das chatices do trabalho. Este livro ajuda a dar o salto.

Um Leitor

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