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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

07
Jul20

Vou de férias com Daniel Silva e Gabriel Allon...

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É um ritual, é um hábito, é quase uma religião: férias de Verão são sinónimo de ler um livro de Daniel Silva, neste caso “A Outra Mulher”.

Haja o que houver, esteja eu a ler o que estiver, tudo fica em pausa para poder devorar mais uma história de Gabriel Allon. É uma parte importante do meu descanso poder ler nas férias um livro de Daniel Silva.

Este ano não foi exceção. A parte má: depois deste só me fica a faltar “A Rapariga Nova” e o novo “The Order”, que sai no dia 17 de julho, para ter lido todas das histórias do espião israelita. Foram vários anos a ler dois ou três livros por ano para conseguir apanhar o comboio e agora sinto que gostaria de ter mais 20 para ler...

06
Jul20

Novidade - "A Casa Alemã" de Annette Hess

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

No final da guerra, Frankfurt era uma ruína fumegante, severamente castigada pelos bombardeamentos aliados. Passados vinte anos as antigas ruas esburacadas da cidade deram lugar a novas e arejadas avenidas. As lojas modernas ocupam os espaços outrora atulhados de escombros.
Para Eva Bruhn, de 24 anos, a Segunda Guerra Mundial não passa de uma recordação nublosa da infância. Com o noivo Jürgen Schoorman sonha iniciar uma nova etapa na sua vida. Porém, tudo muda quando, no julgamento dos responsáveis pelo campo de concentração de Auschwitz, um investigador americano, David Miller, a contrata para traduzir as entrevistas das vítimas.

Os pais de Eva, donos do restaurante que dá título ao livro, opõem-se a este trabalho mas a sua curiosidade insaciável leva-a a aceitar o desafio. Enquanto ouve os depoimentos, não pode deixar de pensar na sua família.
Porque é que os pais nunca falam do tempo da guerra?
E porque é que o seu noivo rejeita ser confrontado com o passado?

Uma história apaixonante, baseada em factos reais, pela voz de uma jovem tradutora alemã que, ao ouvir os horrores impensáveis de Auschwitz, se confronta com a história da sua família e do seu país.

06
Jul20

Sugestões de Leitura do Ministério para as Férias de Verão

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Aproveito este início de julho, que corresponde ao início de férias para muitos, para deixar aqui algumas sugestões de leitura a quem possa interessar.

Os critérios são simples: são todos livros que li e que apreciei bastante no campo da ficção e da não ficção. Espero que sejam boas sugestões!

Nota: Mais informações sobre os livros com link na capa e no título.

 

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“Autobiografia” de José Luís Peixoto é uma repetição das minhas sugestões de Natal. O motivo é simples: é um livro imperdível. Uma obra de grande qualidade.

 

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“Primeiro pergunte porquê” de Simon Sinek. Um dos melhores livros que li este ano (até ao momento). Uma abordagem muito interessante sobre o mundo empresarial e sobre os grandes líderes. Um poço de conhecimento e informação.

 

d.jpg“Terra Americana” de Jeanine Cummins. Polémicas à parte acho que é um livro que merece leitura. Pode ser um pouco pesado (o tema) para férias, mas não poderá deixar de o apontar com sugestão. Vale a pena ler.

 

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“Elon Musk - O Génio Que Está a Inventar o Nosso Futuro” de Ashlee Vance. Tinha de incluir uma biografia, pelo que, escolhi a de Elon Musk. Para muito um lunático, para outros um génio. Ler a biografia ajuda a esclarecer esta questão.

 

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“Ensaio sobre a Lucidez” de José Saramago. Um livro que nos leva a pensar sobre a sociedade em que vivemos e qual o nosso papel. Uma leitura muito útil nos tempos atuais.

 

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“Cosmos” de Ann Druyann. Um livro para os apaixonados pela ciência pelo conhecimento. Uma obra de grande conteúdo e beleza estética. Uma leitura ainda em curso, que tenha apreciado a cada página.

 

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“A Quinta dos Animais” de George Orwell é a minha sugestão no âmbito dos clássicos. Trata-se de um livro escrito num contexto e com um propósito concreto, uma metáfora de Estaline, mas que também tem contornos de intemporalidade.

 

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“Luanda, Lisboa, Paraíso” de Djaimilia Pereira de Almeida foi uma, mas maiores surpresas que encontrei nos tempos mais recentes. Um livro muito bem escrito, cru e cheio de sentimento.

 

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"O Corpo: Um Guia para Ocupantes" de Bill Bryson. Este é também repetido das sugestões de Natal, mas por uma boa causa. É um livro que alia o conhecimento ao prazer da leitura. Muito útil para aprender sobe o nosso corpo de uma forma divertida e leve.

 

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“A Viúva Negra” de Daniel Silva. Incontornável sugerir um livro de Daniel Silva ou não fosse uma preferência minha. Podia ser este ou outro qualquer, embora seja provavelmente de um dos melhores.

 

Sejam estes ou outros quaisquer, aproveite as férias para ler. Se pretender um incentivo extra aproveite hoje a promoção da Bertrand, 20% de desconto em todos os livros, incluindo as novidades. Link na imagem abaixo.

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05
Jul20

Novidade - "O livro mágico do avô João - 1º volume" de Hugo Rodrigues; Ilustração: Raquel Russo

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

O universo das histórias infantis preenche as minhas memórias, enquanto criança e também enquanto pai. Entendo que são momentos especiais, de partilha de experiências inesquecíveis, que nos fazem viajar para outros “mundos” à distância de uma palavra apenas.
Enquanto pediatra, considero também que faz sentido que se aproveitem as histórias para estimular a curiosidade e a imaginação das crianças, ao se sentirem naturalmente transportadas para dentro do livro.
Com esse propósito em mente, no ambiente familiar da casa dos avós há sempre lugar ao momento mágico, em que o avô João conta uma história que, apesar de “inocente”, tem um fundo de verdade e um ensinamento para os netos e para todos as crianças que lerem este livro.
No primeiro volume, os temas abordados são o nascimento de um irmão, o xixi na cama, as dificuldades na alimentação e a recusa em dormir sozinho.
Acompanhem as aventuras do Diogo, do Gonçalo, da Inês e da Margarida e deixem-se encantar pelo Livro Mágico do avô João!
Porque a vida é feita de histórias...

04
Jul20

Novidade - "O Último Verão de Klingsor" de Hermann Hesse

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Escrito pouco depois do fim da Grande Guerra, O Último Verão de Klingsor relata a história de um famoso pintor, Klingsor, que experiencia uma explosão final de criatividade no último verão da sua vida. Agarra vigorosamente, com ambas as mãos, a taça da vida e bebe até não mais poder. Pintor expressionista orientado pela emoção, a entrega de Klingsor à arte é total pois considera que esta corporiza seu conceito de essência da vida. Amante dos extremos, como pessoa opõe-se violentamente à moderação e à mediocridade. Não gosta de planear nada com antecedência pois não acredita no amanhã e vive cada dia como se fosse o último.

Na vida tem apenas dois pontos centrais de interesse em que é bem-sucedido: criar arte e amar. Como Demian, Siddhartha, Goldmund e Joseph Knecht, Klingsor não é uma personagem vulgar. Atingiu um patamar de sucesso fora do comum na arte que escolheu e trabalha intensamente para manter esse nível. E, tal como outros heróis dos livros de Hesse, luta por trilhar o seu percurso individual e único para atingir o fim que se propõe na vida.

A história tem laivos autobiográficos, pois Hesse começou a pintar por volta de 1917 e O Último Verão de Klingsor foi escrito no verão de 1919. O livro é um auto-retrato da vida de Hesse durante esse ano, quando se instalou em Montagnola, uma aldeia nas montanhas de Ticino, para começar uma nova fase da sua vida, sem a mulher e os filhos.

Críticas
 
«Hesse foi um dos espíritos que moldaram o nosso século.»
Ralph Freedam, Princeton University
04
Jul20

Notícias livrescas

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Algumas notícias recentes do mundo literário que vale a pena ler:

“Mais de 60 autores portugueses propostos para tradução na Feira do Livro de Leipzig”

"Do you read me?". As livrarias mais inspiradoras do mundo estão reunidas num livro. Três são portuguesas”

“25 'bloggers' portugueses reúnem em livro 'Viagens de uma Vida'”

“Livros divertidos e educativos para as férias chegam ao Lidl — e custam 2,99€”

"Há milhares de livros com descontos até 50% no Continente"

03
Jul20

Novidade - "Os Vivos e os Outros" de José Eduardo Agualusa

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Mais sobre o livro aqui

Muita curiosidade neste livro.

Sinopse:

José Eduardo Agualusa nunca foi tão longe no lirismo da sua prosa - nem, ao mesmo tempo, no desenho de personagens tão reais que parecem inventadas.

Para onde vamos depois do fim? Talvez para uma pequena ilha, pois, como diz uma das personagens deste romance, «depois que o mundo acabar, recomeçará nas ilhas». Daniel Benchimol, personagem de A Sociedade dos Sonhadores Involuntários e Teoria Geral do Esquecimento, regressa logo na primeira página do novo livro de Agualusa. O cenário é o da beleza única e mágica da Ilha de Moçambique - onde decorre um festival literário que reúne três dezenas de escritores africanos que, na sequência de uma violentíssima tempestade no continente (e de um evento muito mais trágico, que só depois se revelará), permanecerão totalmente isolados durante sete dias.

Mas a história leva-nos mais longe: a uma série de estranhos e misteriosos acontecimentos, que colocam em causa a fronteira entre realidade e ficção, passado e futuro, a vida e a morte, e inquietam os escritores e a população local.

 

03
Jul20

Prémio Livro do Ano da Bertrand 2019

Foram conhecidos esta semana os vencedores do Prémio Livro do Ano da Bertrand.

Abaixo os vencedores em cada uma das categorias:

MELHOR LIVRO DE FICÇÃO LUSÓFONA

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“Imortal” de José Rodrigues dos Santos

No segundo lugar fico “Raparigas como Nós” de Helena Magalhães, e no terceiro João Tordo com o livro “A Noite em que o Verão Acabou”.

 

MELHOR LIVRO DE FICÇÃO DE AUTORES ESTRANGEIROS

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“Longa Pétala de Mar” de Isabel Allende

Nas posições seguintes ficaram “Conduz o Teu Arado sobre os Ossos dos Mortos” de Olga Tokarczuk e “Lá Onde o Vento Chora” de Delia Owens.

 

MELHOR REEDIÇÃO DE OBRAS ESSENCIAIS EM PROSA

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“Pessoas Felizes” de Agustina Bessa-Luís

Segundo lugar para “Histórias do meu Tempo”, uma antologia de textos de Camilo Castelo-Branco e o terceiro para “O Papagaio de Flaubert”, de Julian Barnes.

 

MELHOR LIVRO DE POESIA

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“Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica” de Natália Correia

Os segundo e terceiro lugares foram para “A Chama”, de Leonard Cohen, e “Os Lugares do Lume”, de Eugénio de Andrade.

 

Este ano nenhuma das minhas escolhas venceu. E, de entre todos os premiados, apenas li "Imoral" de José Rodrigues dos Santos.

02
Jul20

Novidade - "Em Todos os Sentidos" de Lídia Jorge

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Na introdução que abre este livro, Lídia Jorge define a crónica como uma homenagem ao deus que faz escorregar os grãos de areia, mirando-nos de soslaio. E acrescenta: «Como não podemos vencer o Tempo, escrevemos textos que o desafiam a que chamamos crónicas.»

Em Todos os Sentidos, conjunto de quarenta e uma crónicas que Lídia Jorge leu, ao longo de um ano, aos microfones da Rádio Pública, Antena 2, corresponde a essa definição - são crónicas que encaram de frente a fúria do mundo contemporâneo, interpretando os seus desafios, perigos e simulacros com um olhar crítico acutilante.

Mas a singularidade destas páginas de intervenção provém, sobretudo, do facto de a autora ser capaz de juntar no mesmo palco da reflexão o pensamento crítico sobre a realidade e o discurso subjectivo da memória íntima, com um olhar profundamente sentido.

No interior deste livro, há páginas inesquecíveis sobre a vida humana.

02
Jul20

A minha wishlist por alturas do Verão

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Depois das férias vou ter de rever a minha wishlist. Apesar de todas as entradas e saídas há aqui livros que, entretanto, foram de alguma forma ultrapassados por outros, mas eu continuo a mantê-los, como é o caso de “Debaixo de Fogo”.

Nas entradas destaco: “Escrever” de Stephen King, “As Telefones” de Djaimilia Pereira de Almeida, “The Room Where It Happened” de John Bolton, “The Order” de Daniel Silva, “Homo Biologicus” de Pier Vincenzo Piazza e “Patagónia Express” de Luis Sepúlveda.

Muito por onde escolher nos próximos tempos, ou para ler no imediato, ou para reforçar a biblioteca.

01
Jul20

Novidade - "Com Borges" de Alberto Manguel

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Em 1964, em Buenos Aires, um escritor cego convidou um livreiro de 16 anos para lhe ler em voz alta. Foi assim que, durante quatro anos, se cruzaram em convívio próximo Jorge Luis Borges, escritor de dimensão universal, e Alberto Manguel, que se veio a tornar um dos mais conceituados bibliófilos do mundo.

Partilharam nesse período, que foi também um período de formação para o então jovem Manguel, vários momentos domésticos, leituras e releituras, conversas, reflexões e curiosidade pela vida e pelos livros. Agora, o que Alberto Manguel partilha neste livro é uma memória afectiva, grata, pessoalíssima e surpreendente de um homem complexo mas apaixonante, por quem até hoje guarda uma admiração terna.

Inclui POSFÁCIO INÉDITO sobre memórias de Portugal.
«Este livro maravilhoso oferece aos leitores uma chave para abrir mais do que uma das portas secretas para o mundo encantado de Borges.» — Mahmoud Darwish

01
Jul20

Book quote

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Pura verdade. Quem lê sabe bem que é verdade, e é válido para qualquer tipo de leitura. Quantas vezes os livros que lemos não alimentam os nossos pensamentos quando não estamos agarrados a eles? Seja porque nos questionamos sobre o que faríamos se estivéssemos na pele daquela personagem, seja porque matutamos se estamos a viver a nossa vida de melhor forma, seja porque aquela informação que lemos nos deu o conhecimento que faltava para tomar uma decisão importante, as possibilidades são infinitas. É só mais uma das inúmeras vantagens da leitura (como se ainda fosse preciso mais).

30
Jun20

Novidade - "O Espião Israelita" de Dov Alfon

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

A foto circula nas redes sociais: um informático israelita de 25 anos desapareceu no aeroporto Charles de Gaulle. Foi visto pela última vez no Terminal 2, acompanhado por uma mulher vestida de vermelho. Poucas horas depois já os telejornais franceses abrem com a notícia. E os serviços secretos israelitas reúnem-se de emergência.

O rapto - porque é de um rapto que se trata - vai desencadear uma série de acontecimentos nos dois lados do Mediterrâneo. Em Paris, um coronel israelita da Unidade 8200, que por acaso vinha no mesmo avião da vítima, começa a investigar. Em Telavive, uma bela e inexperiente oficial tenta perceber porque é que um informático irrelevante se tornou de repente uma ameaça à segurança nacional.

Sem nunca se encontrarem, os dois agentes vão tornar-se aliados numa corrida contra o tempo: têm apenas 24 horas para descobrir o paradeiro do jovem - que é perseguido também por um misterioso comando chinês.

O Espião Israelita é o thriller mais vendido em Israel nos últimos anos. A um ritmo frenético, pontuado por capítulos breves que alternam diferentes pontos de vista, Dov Alfon põe no papel tudo o que ele próprio aprendeu nos serviços de segurança israelita.

O antigo editor do mais prestigiado jornal de Israel - sabe-se hoje - serviu durante anos na célebre Unidade 8200 e, segundo consta, terá mesmo participado na Operação Ópera, que levou à destruição dos reatores nucleares iranianos.

Críticas de imprensa
 
«O melhor thriller de espionagem do ano.»
Daily Telegraph
30
Jun20

Diz que é uma certa falta de livros...

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É muito mais do que isso, mas é certamente também muita falta de livros. Passo a explicar: hoje em dia parece que existe um radicalismo exacerbado em relação a tudo e mais alguma coisa, quase sempre com base opiniões, ou opiniões de terceiros, vendidas como factos.

Não é um tema exclusivo das redes sociais, mas ganha toda uma outra dimensão nas redes socias. Bem sei que nem sou a melhor pessoa para falar sobre isto porque tenho apenas o Instagram do blog, mas vejo por interposta pessoa como determinados temas ganham contornos errados, exagerados, ou distorcidos porque ninguém para tentar perceber o que foi dito, ou escrito e que deu origem ao tema.

Muitas vezes (muitas mesmo) observa-se uma distorção completa de palavras e factos, por vezes por pura ignorância, outras por instrumentalização clara, que depois é seguida e partilhada por uma imensidão de gente que que não verifica absolutamente nada.

O que é que isto tem a ver com os livros? Tudo, na minha modesta opinião. Por norma as pessoas dos livros são muitos menos dadas ao seguidismo cego e mais ao pensamento refletido. Não vão atrás de alguma coisa só porque sim. Param e pensam. Os livros porque não são imediatos, treinam o cérebro para o racionalismo e menos para a emotividade irrefletida.

As pessoas opinam irrefletidamente e urgentemente sobre temas sobre os quais nada sabem, e, muitas vezes quando são confrontadas com isso, reagem mal e aceleram em direção ao ridículo em vez de pararem para pensar.

Por isso, sim, diz que há por aí uma certa falta de livros. É caso para dizer que, um bocadinho de um livro por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

29
Jun20

Novidade - "Outrora e Outros Tempos" de Olga Tokarczuk

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Outrora é uma aldeia polaca situada no centro do mundo e protegida por quatro arcanjos. Esta mítica aldeia, onde a relva sangra, a roupa tem memória e os animais falam por imagens, é povoada por personagens excêntricas e inesquecíveis - humanas, animais, vegetais, minerais - cujas existências obedecem aos ciclos das estações e à inexorável passagem do seu Tempo, mas também aos acontecimentos externos.

Durante três gerações, este microcosmo instável e arrebatador assiste ao eclodir de uma Grande Guerra, à Crise, a uma nova e Segunda Grande Guerra, à Ocupação Nazi, à invasão Russa, e ao choque entre a modernidade e a natureza, espelhando a dramática história da Polónia do século XX.

Primeiro grande sucesso de Olga Tokarczuk, vencedor do prestigiado Prémio da Fundação Koscielski, Outrora e Outros Tempos é um romance histórico, filosófico, mitológico e, no dizer da crítica, «um clássico da literatura europeia contemporânea».

A autora sempre quis escrever um livro como este: «A história de um mundo que, como todas as coisas vivas, nasce, cresce e depois morre… Cozinhas, quartos, memórias de infância, sonhos e insónia, reminiscências e amnésia fazem parte dos seus espaços existenciais e acústicos, compondo as diferentes vozes da sua história.»

Críticas de imprensa
 
«Discretamente poderosa, esta é uma fábula que perdurará nas nossas memórias.»
World Literature Today
29
Jun20

O Futuro da Barata

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Sou honesto, em toda a minha vida entrei três ou quatro vezes na Livraria Barata e com vários anos de diferença entre as visitas. Mas não preciso de a ter visitado mais vezes para reconhecer a sua importância e lugar que tem na história da cidade de Lisboa.

Trata-se de um espaço com mais de 60 anos que teve um papel muito importante durante o Estado Novo, tendo alimentado pensamento político livre, e por isso o seu fundador chegou a ser perseguido pela polícia política.

Enquanto leitor considero ainda que é uma livraria onde dá gosto entrar e onde as pessoas tem efetivo amor aos livros.

Como é do conhecimento geral a Barata atravessa uma grave crise financeira, e, em resultado disso lançou uma campanha de angariação de fundos denominada “O Futuro da Barata é Hoje” com o objetivo de conseguir 190 000 €. O valor destina-se a restabelecer os stocks, a garantir os custos de funcionamento da livraria e a garantir rendas e ordenados. Casa doação pode ser convertida de várias formas (cheques oferta, livros autografados, etc).

Toda a informação sobre a iniciativa e como participar pode ser encontrada aqui.

Da minha parte fiz uma muito pequena doação, mas contribui com alguma coisa sem contrapartidas porque acho que é por uma boa causa. Deixo aqui a informação para quem pretenda fazer o mesmo.

28
Jun20

Novidade - "Prosa — Antologia Mínima" de Fernando Pessoa

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Depois do sucesso do volume com a poesia (já editado em inglês), descubra o essencial da prosa de Fernando Pessoa (ortónimo e heterónimo) numa selecção única do conceituado pessoano Jerónimo Pizarro. Nos últimos anos, Fernando Pessoa passou a fazer parte de um cenário urbano e comercial. Neste contexto, é preciso desaprender Pessoa, para citar Caeiro, e lê-lo como se o estivéssemos a descobrir pela primeira vez.

Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: «A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’», diz a introdução. Ou seja, aqui vai-se além do Livro do Desassossego, rumo a «escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos». Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos, como aforismos ou cartas a Ofélia, mas também há surpresas, até para os mais conhecedores — é o caso da «Crónica Decorativa», um bom pretexto para embarcar nesta nova forma de «experimentar» Pessoa.

«Lembro-me de ter relido o texto de Fernando Pessoa: ‘Organizar’, e de ter sido incapaz de não sorrir: ‘Todo o pensador de sistemas fixos, todo o organizador de conjuntos definidos, sofre fatalmente desilusões, quando não desastres. Em toda a organização prática há pois que contar com o inesperado e indefinido da vida.’ […] Pessoa não só escreveu poesia e prosa (em português, inglês e francês), como discutiu sobre ‘as duas formas da palavra escrita’, considerando a primeira própria de uma maior inadaptação ao ambiente, como o afirma num texto inédito que começa: ‘A writer is either essentially a prose writer, or a poet, or a combination of the two.’»
Jerónimo Pizarro, Introdução

28
Jun20

"Express book machine"

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Esta semana encontrei uma notícia interessante sobre as "Express book machines".

O conceito não é  novo, mas passa a ser notícia quando, pelos vistos, é caso quase único por estes dias.

Trata-se de uma impressora que permite imprimir livros digitais, com encadernação incluída em menos de oito minutos. Está instalada numa livraria em Sevilha que pertence a um dos maiores grupos de distribuição independentes em Espanha.

A livraria consegue imprimir cerca de 30 000 títulos de mais de 140 chancelas editorias, sendo a maioria títulos esgotados. O preço é o mesmo que o livro teria de fosse impresso pela via convencional.

O conceito, importado dos EUA, é extremamente interessante, mas pelos vistos não é muito rentável. Por cá já houve várias tentativas de utilizar um processo semelhantes nos últimos anos, mas foram todos abandonados devido aos custos.

Percebo que comercialmente não seja fácil, mas é uma ideia bem interessante!

27
Jun20

Novidade - "O Bando das Cavernas N.º 29" de Nuno Caravela

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Este livro, vindo dos confins do tempo, está repleto de aventuras e gargalhadas. Tudo por causa de um grupo muito especial de amigos: o Tocha, a Ruby, o Menir, o Kromeleque, o Tzick e o Sabre.

Eles são o Bando das Cavernas!

Desta vez, o Kromeleque fez uma asneira tão grande que, segundo ele, quando a mãe descobrir, está perdido. Mas a verdade é que não é só ele quem anda perdido neste livro.

Enquanto o Bando ajuda o Kromeleque a corrigir o que fez, uma misteriosa criatura, que nem ela própria sabe quem é, percorre a floresta atrás deles. Tudo isto irá evoluir, claro, para uma enorme quantidade de gargalhadas e espécies estranhas nesta inesperada aventura nos confins do mundo.

Atreve-te tu também a evoluir e… Junta-te ao Bando!

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