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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Novidade - "Outra História, Outras Estórias" de Adérito Tavares

10.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas - cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície.

Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.

Últimas entradas na bilblioteca do Ministério

10.05.21

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Se não estivesse a escrever sobre livros diria que último mês foi um exagero no que toca a compras. Mas, quando falamos de livros, a palavra exagero não tem lugar, pelo que, terá sido, talvez, um mês de compras “simpático”.

Aproveitei as promoções em particular na semana comemorativa do Dia do Livro e dei um desbaste na minha wishlist.

Dido isto, aqui ficam com mais detalhe as últimas entradas na biblioteca do Ministério.

Começo com as duas ofertas recebidas da Bertrand: “Sentir & Saber” de António Damásio e “Viver num Mundo Imprevisível” de Frédéric Lenoir. O primeiro já está lido, o segundo será a breve prazo. Obrigado à Bertrand pelas ofertas!

Uma compra inevitável, o novo livro de Afonso Cruz, “O Vício dos Livros”.

Outra compra e também já uma leitura, “Woke – Um Guia para a Justiça Social” de Titania McGrath. De oferta com esta compra recebi de oferta “A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras | Rikki-Tikki-Tavi” de Mark Twain.

Mais uma compra inevitável: “A Ordem” de Daniel Silva. Está completa a coleção de Gabriel Allon.

Compra também mandatória, o novo livro de Patrícia Reis, “Da Meia-noite à Seis”. Leitura em curso e já perto do fim (muito boa, por sinal).

“As Leis Fundamentais da Estupidez Humana” de Carlo M. Cipolla, um pequeno livro dedicado a um tema que me aflige muito.

Andava há muito para adquirir os livros de Tolkien, por isso, agora com a nova edição achei que estava na hora e adquiri o primeiro volume, “A Irmandade do Anel” (os outros ainda não estão disponíveis.

“Em tudo havia beleza” de Manuel Vilas, um dos livros que estava há mais tempo na minha wishlist.

No campo da não ficção adquiri “A Guerra Fria” de John Lewis Gaddis. Um dos melhores livros sobre o tema.

Adquiri ainda dois romances editados pela Relógio D´Água no campo da ficção científica, “A Polícia da Memória” de Yoko Ogawa e “O Problema dos Três Corpos” de Liu Cixin. Ainda da mesma editora adquiri “O Silêncio” de Don DeLillo.

Com tudo isto, o mês de maio vai ter de ser mais contido...

Novidade - "As Minhas Estrelas Negras (bolso)" de Lilian Thuram

09.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Consegue lembrar-se do nome de um cientista negro?
De um explorador negro?
De um filósofo negro?
De um faraó negro?
Se não lhe ocorrer nenhum, então este livro é para si, independentemente da cor da sua pele.

Críticas de imprensa
 
«As Minhas Estrelas Negras é um desfile de artistas, escritores, desportistas, homens de Estado, militantes, cientistas – uma humanidade negra, pensante, interventiva, militante. Expandir a memória popular, a consciência colectiva — eis uma ideia interessantíssima.»
Le Monde

«Conhecer estas ‘Estrelas’ é uma forma certeira e bem documentada de virar o racismo do avesso. Livro obrigatório para todos os que confundem níveis de melanina com níveis de humanidade.»
Time Out Lisboa

Novidade - "Gus - 1 - Nathalie" de Christophe Blain

09.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

«Com esta publicação de Gus, de Christophe Blain, a Gradiva retoma, destacando-se da atual enchente de publicações comerciais e menores, uma ligação contemporânea com o melhor que a BD franco-belga tem para oferecer ao nosso público mais exigente.
Verdadeiro sucessor do incomparável Lucky Luke, Gus constitui a melhor homenagem possível ao génio gráfico de Morris. Sarcasmo, humor negro e poesia, em desenho de inexcedível elegância, recriado no respeito pela identidade, pela originalidade e pela herança criativa do grande mestre. Gus terá lugar cativo em qualquer coleção criteriosa de banda desenhada, agora na nossa língua. Retomamos, com a sua publicação, a nossa relação antiga, culta e exigente com as mais refinadas expressões da banda desenhada europeia. Obrigado, Gradiva.»

Novidade - "Explora a Natureza - Vida Slevagem"

08.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Os jovens exploradores vão adorar estes livros com lanterna de cartolina! Em todos os livros, um guia pessoal ajudará as crianças a encontrarem todos os tipos de animais, plantas e objetos. Ao "acender" a lanterna de cartolina por trás de cada um dos cenários, os jovens exploradores descobrirão as criaturas mais incríveis, a magnifica vida marinha ou selvagem, animais, ferramentas e veículos fascinantes. Vamos à descoberta e explorar o mundo!

Novidade - "O Grande Livro dos Supertesouros que Realmente Importam" de Susanna Isern; Ilustração: Rocio Bonilla

08.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Memórias, professores, natureza, animais, sonhos... As coisas que realmente importam podem ser muito diferentes para cada um de nós.

Para a Sara, o mais importante de tudo são os amigos. Para o Álvaro, é o amor. Para o Manuel, é a família. São supertesouros valiosos que nos fazem felizes e dos quais devemos cuidar.

Quais são teus?

Um álbum encantador que volta a reunir a psicóloga e escritora Susanna Isern e a aclamada ilustradora e pedagoga Rocio Bonilla.

Livros que chegam até ao Ministério - "Metrónomo sem Função"

08.05.21

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Este é mais um livro que chegou até ao conhecimento do Ministério dos Livros e que aproveito para divulgar. Trata-se do livro "Metrónomo sem Função" de Laura do Céu, pseudónimo literário de Soraia Simões de Andrade, investigadora, de vasto currúculo académico e com obra publicada.

 

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Sinopse:

Nesta sua estreia literária, Laura do Céu, pseudónimo de Soraia Simões de Andrade, procura uma linguagem ficcional a partir da autobiografia, entendida não como representação mimética de um percurso de vida da autora, mas como a ficcionalização da trajetória que a consciência subjetiva da narradora empreende em busca de compreensão do seu lugar no mundo.

Dois eixos me parecem igualmente determinantes e imbricados na estruturação desta narrativa: a reflexão sobre a dimensão proteica da perda, codificada nas perdas pessoais da narradora, na fabulação do corpo em perda e do confinamento hospitalar, e nos caminhos que essas perdas abrem em termos da autocompreensão e da afirmação do sujeito da escrita; e a coincidência desse processo de descoberta e afirmação pessoais com o lento despertar da consciência cívica e da liberdade criativa e do lazer numa jovem democracia na periferia da Europa.

O episódio da professora Cassilda e de como ela deixa de reguar os seus alunos é talvez o melhor indício da importância deste registo, como o metrónomo, com a sua história anticolonial, é o objeto que melhor marca um tempo fora dos gonzos, as ressurgências palimpsésticas da moralidade patriarcal na confluência do mundo rural e da urbe provinciana. A unir estes dois eixos está o trabalho romanesco sobre o nome próprio, e que cimenta a dimensão autobiográfica ficcional desta narrativa: a autobiografia é sempre o relato da conquista de um nome.

O nome é o pior de todos os epítetos dispensados pelos colegas de escola à pequena Zoraide, e deixou de ser um problema apenas no culminar de um ato de coragem em que ela se insurge contra o abuso físico e psicológico da professora sobre os alunos, um dos rostos serôdios do outro tempo, e assim afirma e institui a consciência de um novo direito.

O motivo da escrita como costura merece atenção especial: costura entre o vivido e o diário, e entre o diário e a sua distensão crítica na efabulação. Este é um motivo que conjura uma das figuras mais poderosas do livro, a da cicatriz que a mãe exibe à filha sempre que lhe ralha, como marca de que o nascimento é para esta narradora uma história sem remate anunciado.

Sobre a autora:

Soraia Simões de Andrade nasceu em Coimbra (Sé Nova, dez 1976). É Historiadora da Música, pós-graduada em Estudos de Música Popular e mestre em História Contemporânea pela FCSH. É doutoranda em História na NOVA/FCSH. Foi investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (fev 2015 – agosto 2020) e é investigadora integrada do centro História, Territórios e Comunidades (Pólo na NOVA FCSH do CEF da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra). Fazem parte da sua investigação a história oral, a relação entre música e cultura com sociedade, memória e género.
Autora das obras Passado Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho (2012), RAPublicar – a micro-história que fez história numa Lisboa adiada (Editora Caleidoscópio 2017) e Fixar o (in)visível. Os primeiros passos do RAP em Portugal (Editora Caleidoscópio 2019).
Dirige a Revista Mural Sonoro e a Associação Mural Sonoro. Tem ainda realizado (desde 2017) diversas curadorias e trabalhos como ghostwriter por convite. Foram os projetos que desenvolve e publica na plataforma Mural Sonoro que a levaram a ser distinguida com o prémio Megafone Sociedade Portuguesa de Autores 2014.
Realizou o documentário A Guitarra de Coimbra para a RTP2 (2019).
Em novembro de 2020 publica a sua primeira narrativa de ficção, Metrónomo sem Função, com a chancela da ORO/Ed. Caleidoscópio, sob o pseudónimo Laura do Céu.

Novidade - "Mundo Subterrâneo" de Robert Macfarlane

07.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Vencedor do Prémio Stanford Dolman para Melhor Livro de Viagens de 2020
Vencedor do National Outdoor Book Award
Finalista do Prémio Orwell para Escrita Política 2020
Finalista do Prémio RSL Ondaatje 2020
Um dos Melhores Livros do Século XXI para o Guardian

Por mais vasto que seja, o mundo que os nossos olhos veem é unicamente uma pequena parcela de tudo aquilo que existe no planeta. Debaixo de terra, pedras e sedimentos milenares, encontra-se um universo subterrâneo, complexo e revelador, regendo-se por um «tempo profundo» que ultrapassa os limites daquilo que conhecemos como passado.

Movendo-se da origem do universo até um futuro pós-humano, Robert Macfarlane conduz-nos neste seu livro numa viagem épica de exploração ao mundo subterrâneo da Terra, tal como ele existe no mito, na literatura, na memória e na ciência. Poético e preciso, narrativo e científico, Mundo Subterrâneo é uma jornada extraordinária pela nossa relação com a escuridão e por tudo o que repousa sob a superfície, tanto do mundo físico, como da mente.

Críticas de imprensa
 
«Um livro excelente: destemido e subtil, entusiasmante e estranho.»
The New York Times

Novidade - "Maremoto" de Djaimilia Pereira de Almeida

07.05.21

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Ela vive na Rua do Loreto, na paragem do 28. Ele, o combatente, estaciona carros ruas abaixo, na António Maria Cardoso. Maremoto narra a amizade entre ambos, avô e neta acidentais, catástrofe e salvamento. De Lisboa a uma Bissau imaginada, Boa Morte da Silva, arrumador de carros, arruma a sua vida, escreve-se, dirigindo-se à filha que mal conhece. "Vou cegar minha dor para a minha dor não encontrar teu coração. Que a minha dor nunca encontre o teu caminho, Aurora. Que a minha dor nunca te encontre."