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Ministério dos Livros

Um blog sobre livros e seus derivados

Novidade - "Atlas Mundial da Água" de David Blanchon

03.10.22

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Apesar de ser indispensável aos seres humanos, a água encontra-se ameaçada, sendo por vezes mal gerida e estando, frequentemente, inacessível. Como é que podemos garantir que todas as pessoas têm acesso à água?

Este atlas oferece-nos uma visão geral de vários aspectos:

- A água, um recurso vital, é abundante, mas está mal distribuída, expondo desigualdades sociais e de género;
- A água é um bem comum ameaçado pela sobre-exploração e pela poluição agrícola, industrial e urbana;
- Preservar os recursos hídricos e a sua qualidade é um desafio sanitário e social, económico e ambiental, mas também, e acima de tudo, uma escolha política.

Nesta edição, irá encontrar mais de 100 mapas e gráficos actualizados que nos oferecem uma imagem completa dos desafios que o mundo enfrenta actualmente para uma melhor gestão da água.

Novidade - "Brevíssimo Dicionário dos Snobs" de Rita Ferro; Ilustração: Sérgio Condeço

03.10.22

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

O snob caracterizado neste livro é alguém pobre ou rico, de condição social elevada - ou que assim se considera -, pertencente à alta sociedade e com raízes na nobreza, a quem qualquer outra forma de estar pode causar reserva, enfado ou desdém, e cujos hábitos, predilecções, comportamento e léxico se constituem por um conjunto de regras e códigos vitalícios muito exclusivos, imediatamente reconhecidos pelos pares, que podem abespinhar outras «tribos» pela presunção de excelência.

Em Portugal, como em todo o mundo, o grupo é fechado, sóbrio e discreto, situando-se nos antípodas, por exemplo, do jet set, de que em regra se demarca, horrorizado pelo espalhafato da sua conduta, a vulgaridade do seu gosto e o alarde dos seus bens.

Para caracterizar o exemplar português, a escritora Rita Ferro, criada nos mesmos ambientes e sempre provocadora, oferece-nos agora um retrato cirúrgico de como fala e se comporta um verdadeiro snob, sob a forma de um dicionário, ilustrado por Sérgio Condeço, revelando os segredos e mistérios de um tipo de vida que sobrevive, quase incólume, a toda a modernidade.

1º vislumbre sobre as novidades de outubro

03.10.22

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Hoje é dia da habitual antevisão das novidades do mês, algumas pelo menos. À semelhança, ou até mais ainda do que setembro, outubro será um mês de grande produção literária.

Eis um lote de títulos interessantes cuja publicação já é conhecida.

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“A Mulher do Dragão Vermelho” é o novo romance de José Rodrigues dos Santos, mais uma vez com Tomás Noronha como personagem central. Será o primeiro romance publicado pelo autor pela Planeta depois de ter trocado esta editora pela Gradiva. Chega dia 20.

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“Isto Começa Aqui” de Colleen Hoover, o último livro da autora que tem estado a dominar o Top do New York Times nas últimas semanas. Chega dia 18.

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Já no dia 6 chega um livro que me despertou bastante interesse pelo tema e forma de abordagem do mesmo, “Uma História Laica do Médio Oriente” de Jean-Pierre Filiu.

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Pela Livros Zigurate chegam dois títulos, mais uma vez plenos de atualidade, “Na Cabeça de Xi” de François Bougon e “As Guerras do Trigo” de Scott Reynolds Nelson. Serão compras e leituras aqui no Ministério de certeza. Disponíveis dias 13.

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Sempre notícia é também um novo romance de António Lobo Antunes. O título é “O Tamanho do Mundo”. Chega às livrarias dia 18.

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Já no dia 10 chega o 2º livro da trilogia de Leïla Slimani, “Vejam Como Dançamos”. O primeiro livro, “O País dos Outros” já foi lido aqui no Ministério.

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No dia 10 chega “A Ciência do Clima” de Steven E. Koonin um conceituado cientista americano. Está na minha wishlist e será leitura a breve prazo.

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Também notícia é o novo romance de Lídia Jorge que chega já no dia 10. O título é “Misericórdia”.

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Lá por fora, sai amanhã dia 4 o novo romance de Celeste Ng, “Our Missing Hearts”, autora de “Pequenos Fogos em Todo o Lado". Romance muito aguardado.

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Também lá por fora sairá dia 18 o novo romance de George Saunders, “Liberation Day”. Romance do mesmo autor de “Lincoln no Bardo”. Aguardarei pacientemente pela tradução porque certamente serei leitor.

Tenho a certeza que haverá mais livros para destacar e por isso devo voltar a este tema lá mais para o meio do mês.

Novidade - "Os Miseráveis I" de Victor Hugo e Daniel Bardet; Ilustração: Bernard Capo

02.10.22

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Este clássico foi escrito após a queda da monarquia em França e retrata a questão política e social desencadeada pela Revolução Francesa. A obra foi publicada em 1862 e é considerada o ponto mais alto da carreira do escritor. Além de retratar dilemas morais atemporais através dos seus personagens, o livro revela os impactos que a Revolução Francesa teve nas instituições e valores da sociedade.

Ativista dos direitos humanos franceses, onde teve uma forte atuação política. Defensor da causa pobre, relata-o de forma extraordinária na sua obra Os Miseráveis. Onde conta a história de um homem que sofre durante toda a sua vida por causa de um erro cometido na juventude.

Novidade - "As Guerras de Albert Einstein - Volume 01" de François de Closets, Chabbert e Corbeyran

02.10.22

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

Durante a Primeira Guerra Mundial, Einstein, o antimilitarista, fica horrorizado por ver o seu grande amigo, o químico Fritz Haber, produzir gases asfixiantes. Mas, no início da Segunda Guerra Mundial, seria o próprio Einstein a escrever ao presidente Roosevelt para o incitar a construir uma bomba nuclear...

Um químico nacionalista, um físico pacifista - dois destinos, para uma história extraordinária e apaixonante. Nesta narrativa tudo é verdade. Os personagens são autênticos, tal como os seus comportamentos, privados ou públicos.

Tudo foi por isso tratado em pormenor - por exigência da narrativa de Corbeyran -, e tudo foi escrupulosamente reconstituído, graças ao extraordinário trabalho gráfico de Éric Chabbert. Começa aqui, com a relação dos génios Fritz Haber e Albert Einstein, uma história que não sabemos até onde poderá levar a Humanidade.

Novidade - "Indomáveis 1 - Como Tomámos Conta do Mundo" de Yuval Noah Harari; Ilustração: Ricard Zaplana Ruiz

01.10.22

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Sinopse:

«Nós, humanos, não somos fortes como os leões, não nadamos como os golfinhos e, definitivamente, não temos asas! Então como é que tomámos conta do mundo? A resposta está numa das histórias mais fascinantes que alguma vez te contaram. E é uma história verdadeira.»
Indomáveis é uma épica série do autor bestseller mundial Yuval Noah Harari, destinada ao público juvenil, com belas ilustrações de Ricard Zaplana Ruiz.

Sabias que tens um superpoder? Queres saber qual? Este livro conta-te tudo! Como é que o fogo influenciou a evolução dos nossos estômagos? Sim, leste bem. Estômagos! O que é que o futebol nos diz sobre ser humano? Porque é que o dinheiro é o conto de fadas mais bem-sucedido de sempre? E o que é que isso tudo tem que ver com o facto de sermos a espécie dominante na Terra?

Nesta fantástica aventura imersiva, o autor bestseller de Sapiens: Breve História da Humanidade, com o seu estilo característico, revela que os humanos têm um superpoder e que o usam para criar estranhas e maravilhosas coisas — desde fantasmas e espíritos, a governos e sociedades. Somos conquistadores e insaciáveis, criativos e destrutivos. Numa palavra, indomáveis!

Nesta primeira fantástica aventura da série Indomáveis, Yuval Noah Harari revela os segredos das origens da humanidade, como nunca antes contaram. Como tomámos conta do mundo? A resposta está numa das histórias mais fascinantes que alguma vez irás ler!

Quer tenhas 9 ou 99 anos, Indomáveis pode ser apreciado por qualquer pessoa que já se questionou: Quem somos? Como aqui chegámos?

Novidade - "A menina que detestava livros" de Manjusha Pawagi; Ilustração: Leanne Franson

01.10.22

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Sinopse:

«Eu detesto livros!» Era o que dizia a Mina, sempre que alguém lhe falava de livros.
Os seus pais eram leitores entusiastas. Tinham a paixão da leitura e, para desespero da filha, enchiam de livros toda a casa. Pior ainda: liam livros ao pequeno-almoço, ao almoço e ao jantar. Era demasiado.
Mas, certo dia, algo de verdadeiramente espantoso aconteceu. Foi uma autêntica reviravolta na vida da Mina. Também ela começou a gostar de livros e a ler, a ler, a ler...
«Quando os pais chegaram a casa nessa tarde, custou-lhes a acreditar no que estavam a ver. Não era por as cortinas terem desaparecido, por os pratos estarem partidos e as pernas da mesa roídas. Mas sim porque ali mesmo, no meio da sala, estava Mina. E estava a ler um livro.»

Sugestão Livresca de fim de semana - "Confissões de um Livreiro"

01.10.22

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A sugestão livresca deste fim de semana vai para uma página de Instagram que descobri muito recentemente.

Trata-se da página @confissoesdumlivreiro, gerida por um livreiro (não identificado :)) de Lisboa e com muito conteúdo engraçado (ou dramático, depende da perspetiva).

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São maioritariamente relatos de situações inusitadas experienciadas pelo próprio na livraria em que trabalha com clientes.

Há de tudo o que se possa imaginar e vale muito a pena ler.

Nota: há casos que parecem inventados de tão estapafúrdios que são, mas posso assegurar, por experiência, que se passarmos tempo suficiente em livrarias podemos constatar in loco, as bizarrias que muitos clientes são capazes de dizer no mundo dos livros.

Desfrutem!

Novidade - "Contra a Interpretação e Outros Ensaios" de Susan Sontag

30.09.22

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Mais sobre o livro aqui

Sinopse:

«Contra a interpretação» é um dos mais célebres ensaios de Susan Sontag e o que dá título à sua primeira coletânea de ensaios e recensões, publicada em 1966. Sobre estes escritos, Sontag observou que escrevia «com fervorosa parcialidade, acerca de problemas que […] suscitavam certas obras de arte, maioritariamente contemporâneas, de géneros diferentes: queria revelar e clarificar os pressupostos teóricos subjacentes a determinados juízos de valor e gostos». Entre eles, encontram-se «A morte da tragédia», «Notas sobre o camp», «Marat/Sade/Artaud» e «Sobre o estilo» (publicados na Partisan Review); «Os Cadernos de Camus» e «Ionesco» (New York Review of Books); «O artista como sofredor exemplar» (The Second Coming); «Uma cultura e a nova sensibilidade» (Mademoiselle); e «A imaginação da catástrofe» (Commen-tary), para nomear apenas alguns.

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Padrão de seriedade numa cultura que capitulou diante da facilidade da ironia ou do puro entretenimento.»
The New Yorker

«Susan Sontag é uma pensadora poderosa, e uma escritora ainda melhor do que qualquer pessoa que nestes dias usa a etiqueta de “intelectual”.»
New York Observer